Sexta-feira, 26 de março de 2021 - 11h15

Criando
ou não o Ministério Extraordinário da Amazônia, é preciso já ter como fato
consumado que as pressões para o Brasil cuidar melhor da Amazônia vão se
multiplicar. Os sinais já estavam dados pela eleição de Joe Biden nos EUA e
reações negativas dos parlamentos de várias nações europeias. Eles condicionam a
aprovação do acordo com o Mercosul a uma viragem na polêmica política ambiental
em curso no Brasil.
Excelente
no papel, a política brasileira para o meio ambiente é atrapalhada pelo crime
organizado, o desmatamento e pela prevaricação: o corpo mole de agentes do
Estado que deveriam zelar pelo cumprimento das leis. O governo, via Itamaraty,
reagiu às pressões com cartas volumosas às redações dos jornais. Missivas que
ninguém vai ler. O que as pessoas estão lendo, com nervos à flor da pele e
corações nas mãos, como se já não bastassem as notícias da pandemia, é um novo
estudo científico sugerindo que a Amazônia já está piorando o clima no mundo, financiado
pela National Geographic Society.
O
que há de novo no estudo é a comparação com pesquisas que projetavam ameaças ao
clima. Antes, eram advertências: se não agir assim, acontecerá isso. Hoje, são
indicações de que a piora do clima já acontece em partes da floresta. Em
resposta, o gentil mas truculento Biden e sua turma e os medrosos europeus
continuarão a receber longas cartas que ninguém lê?
.....................................................................
No trecho
O
Podemos e partidos aliados já estão em mobilização de Guajará Mirim a Pimenteiras
em torno da candidatura do deputado federal Leo Moraes ao governo de Rondônia,
Leo vem quente e fervendo para a peleja. Deve ter como fiel escudeira na capital
a ex-vereadora Cristina Fernandes, com quase 100 mil votos a prefeitura do ano
passado. Estuda um vice de Ji-Paraná e provavelmente sua candidata ao Senado
deve ser a deputada federal Jaqueline Cassol. Chapa forte, já que deve contar
com o apoio do ex-governador Ivo Cassol.
Fora da peleja
A
precipitação do lançamento de Leo Moraes indica que o ex-governador Ivo Cassol
seguirá mesmo inelegível para 2022 mas será um cabo eleitoral importante no
processo sucessório. Como também o ex-governador Confúcio Moura (MDB) prefere
se manter em Brasília, onde está bem confortável, a disputa deve rolar mesmo
entre o governador Marcos Rocha a reeleição, o prefeito de Porto Velho Hildon
Chaves (PSDB), o deputado federal Leo Moraes (Podemos) e o senador Marcos
Rogério (DEM). Com a capital rachada em três candidatos, o grande beneficiado
será o senador Marcos Rogério, do interior. Já entra na parada com um pé no
segundo turno.
Drama prolongado
Com
lockdows meia boca, abrindo quase tudo de segunda a sexta-feira e fechando os
estabelecimentos comerciais sábado e domingo, a tendência é o drama do
coronavirus se prolongar com força em Porto Velho. Porque não se segue o
exemplo bem-sucedido de Araraquara, no interior de São Paulo, aonde a coisa foi
feita com competência e a incidência do covid diminuiu pela metade, os
hospitais já estão com menos pacientes e a cidade voltando ao normal? Como novo
epicentro do covid da Amazonia, Porto Velho precisa de mais apoio da esfera
federal - e de um tratamento de choque.
Muitas vacinas
Se
depender dos contratos assumidos pelo governador Marcos Rocha, pelo prefeito de
Porto Velho Hildon Chaves e pela prefeita de Ariquemes Carla Redano não faltarão
vacinas para imunizar o bravo povo de Rondônia. Ao todo seriam 1.600.000
vacinas, algumas prometidas para serem entregues ainda no mês de abril. Caso
nossas autoridades não forem ludibriadas pelos laboratórios que andam
caloteando prefeitos e governadores pelo mundo inteiro, teremos um abril
radiante nestas bandas.
Uma decisão
Voltado
na busca de solução para a pandemia do covid em Rondônia, o governador Marcos Rocha
aguarda uma definição do presidente Jair Bolsonaro quanto a um novo partido.
Sua esposa e alguns aliados estão filiados ao Avante, do deputado estadual Jair
Montes, outros ainda estão no PSL liderado no estado pelo empresário Bagatoli,
aquele que quase conquistou a cadeira de senador do ex-governador Confúcio
Moura (MDB). Por enquanto Bolsonaro não dá pistas sobre o novo partido. Seus
filhos estão filiados ao Progressistas.
Via Direta
*** Um dos destaques da atual legislatura,
o deputado Ismael Crispin (Vale do Guaporé) foi guindado ao cargo de vice-líder
do governo na Assembleia Legislativa *** Ele participa agora da articulação do
governo Marcos Rocha na Casa de Leis ***
Depois da febre da criação de tambaquis em Rondônia, agora muitos produtores se
dedicam a produção de tilápias na região *** O deputado federal Chrisóstemo
(PSL-RO) já está espichando suas bases eleitorais pelo interior visando seu
projeto de reeleição *** Já plenamente recuperado
de uma intervenção cirúrgica, o deputado federal Mauro Nazif (PSB) está retomando as suas atividades *** Ele
vai liderar as costuras de alianças do
partido para as eleições do ano que vem, como presidente estadual do PSB de
Rondônia.
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