Sábado, 4 de setembro de 2010 - 08h45
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O clima morno da corrida sucessória rondoniense já estava até incomodando. Foi com o horário eleitoral gratuito, a partir de agosto, que finalmente a mobilização dos candidatos aumentou e as rivalidades tribais começaram a emergir.
Sem os astros da política rondoniense na disputa ao Palácio Presidente Vargas – o ex-governador Ivo Cassol que disputa uma vaga ao Senado, os senadores Fátima Cleide (PT) e Valdir Raupp (PMDB (que pleiteiam a reeleição), o ex-governador José Bianco que permaneceu na prefeitura de Ji-Paraná e o senador Acir Gurgacz (PDT) que decidiu ficar fora da disputa demorou para surgir um clima de disputa eleitoral.
Foi a partir do debate realizado pela Universidade Federal de Rondônia, em meados de agosto, transmitido ao vivo pela TV Candelária, que começou a se falar realmente em eleição. O confronto reuniu todos os candidatos – Confúcio Moura (PMDB), Expedito Júnior (PSDB), Eduardo Valverde (PT) e Marcos Sussuarana (PSOL), menos o atual governador João Cahulla (PPS) que evitou o debate alegando que tinha compromissos assumidos anteriormente.
Nas discussões, o ex-prefeito de Ariquemes, Confúcio Moura (PMDB) mostrou mais qualidade que os adversários, mas também foi citado pelo bom desempenho, o petista Eduardo Valverde. O até então líder nas pesquisas, o tucano Expedito Júnior teve uma performance fraca.
Mas foi com o debate realizado pela Rádio Rolim FM, em Rolim de Moura, é que a campanha esquentou. Lá, com todo os cinco candidatos presente, já cientes da pesquisa do Ibope - com Cahulla na ponta - o pau cantou em cima do governador.
Das propostas em curso, apresentadas até agora, uma das mais radicais é de autoria do candidato ao governo dos tucanos, Expedito Júnior, que tinha a candidatura indeferida pelo TRE-RO até o final do mês passado e que luta pra continuar na disputa com recurso no TSE. Ele defende a implosão do complexo penitenciário Urso Branco, que segundo ele é uma verdadeira universidade criminal. “Se for eleito vou colocar abaixo aquele presídio e construir um presídio industrial”, anuncia.
No ritmo de implosões, o governador João Cahulla também fala da sua. “Vou implodir o Pronto Socorro João Paulo II e construir um novo com todas as condições de atender a população”. Como se sabe, aquele hospital tem sido palco de horrores da saúde rondoniense.
Já o candidato Confúcio Moura, do PMDB, traz suas experiências inovadoras da prefeitura de Rolim de Moura, tanto em educação, saúde, segurança pública. A disputa vai esquentando...
Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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