Terça-feira, 3 de setembro de 2013 - 18h01
O ranking do IBGE
A estimativa 2013 do IBGE mostra Porto Velho perdendo a 3ª posição no ranking de maiores cidades da Amazônia para o município de Ananindeua, situado na região metropolitana de Belém. Com cerca de 484.000 habitantes, a capital rondoniense sucumbiu à cidade paraense, que contabilizou mais de 493.000 almas.
Manaus, a grande metrópole amazônica, fechou com quase 2 milhões de habitantes, já colocando uma boa distância em Curitiba, com menos de 1.890.000 e boa distância em Porto Alegre (1.477.000), Recife (1.599.000) e Belém (1.425.000).
Nas estimativas regionais, o município de Vilhena, movido pelo agronegócio e uma posição geográfica privilegiada polarizando o cone sul do estado e uma produtiva região do Mato Grosso, confirmou a ultrapassagem em Cacoal e agora é o quarto município do estado. Porto Velho lidera o ranking estadual, seguido de Ji-Paraná com pouco mais de 128 mil habitantes e Ariquemes é o terceiro município do estado a passar dos 100 mil habitantes.
Rolim de Moura emparelhou com Jaru, o sexto município do estado e a fantástica Buritis – que alcançou Machadinho - com elevado índice de crescimento demográfico ainda nesta década deve ultrapassar Pimenta Bueno e outros municípios mais tradicionais.
.jpg)
Emitindo sinais
O governador Confúcio Moura (PMDB) passou emitir mais sinais de que tocará adiante seu desejo de reeleição. O próprio projeto de reestruturação do governo anunciado ontem, em entrevista coletiva, atendendo a voz rouca das ruas, que exige rigor no trato com a coisa pública, indica que nosso mandarim já fez a opção.
.jpg)
A economia
A necessidade faz o sapo pular e diante de um cenário de queda de receita, mais as necessidades do erário quitar o 13º terceiro, fornecedores e obrigações sociais neste final de ano, o governador Confúcio cortou na própria carne, reduzindo seu salário,além dos cargos comissionados, além de cortar centenas de portarias. Medidas que tiveram aprovação da opinião pública.
Mais presente
No Congresso Nacional, enfim, temos a volta de Amir Lando (PMDB-RO) e se ele aprendeu alguma coisa durante os anos que esteve fora da ribalta, passará a ser mais presente em Rondônia. O retrospecto de políticos ausentes – Jerônimo Santana, Amir Lando e mais recentemente Fátima Cleide que se mudou para São Paulo – é o pior possível.
A expectativa
O jornal o Madeirão, que será lançado nesta quinta-feira, vem com chumbo grosso contra os políticos ladrões e os jornalistas que usavam laranjas para rapinar o erário da Assembléia Legislativa com os escândalos de fantasmas e laranjas desvendados pela Operação Apocalipse. É bem ao estilo do seu proprietário, o apresentador Nilton “Monstrão” Salinas que deve voltar a TV na semana que vem por outro canal de televisão.
Nas paradas
Com as postulações ao governo do estado quase paralisadas, o representante petista, o deputado federal Padre Tom, vai colocando seu bloco na rua e mesmo com o partido mais sujo do que chiqueiro, tem recebido apoio entusiasmado das eclesiais de base da igreja católica e do meio rural. Na falta de um candidato oposicionista que assuma a condição, o padre esta dando o tom.
Um estrategista
Este Padre Tom é um baita estrategista. Fazendo as contas, diante da recuperação de Roberto Sobrinho na capital (Yes, Nazif não deslanchando recuperou o adversário), perdoou o pilantra e tenta agora juntar os cacos para unir o partido com a ala liderada por Fátima Cleide. Em Cacoal, no entanto, vai precisar de um milagre para deslanchar: a gestão do padre Franco é um desastre.
Via Direta
*** O segmento hoteleiro anda berrando na capital e muitos hotéis já apelam para tarifas promocionais *** Em ritmo de invasões – já são 36 em Porto Velho – os políticos na caça de votos para a temporada que se aproxima prometem até água e esgoto *** Nesta quinta-feira será inaugurado o jornal O Madeirão, novo diário rondoniense.
Sexta-feira, 3 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
Na Assembleia Legislativa de Rondônia as projeções indicam uma grande renovação de deputados
Nacionalismo fingidoA nova corrente do nacionalismo à brasileira é bater no peito e dizer que as terras raras são nossas, como o petróleo era anunc

Apoio de Rocha, protagonistas fora e grande expectativa e queimando a largada?
Buscando respostasA considerar verdadeira a tese do meteorologista Edward Lorenz de que “o bater de asas de uma borboleta no Brasil pode provocar u

Pé na estrada, a lei antifacção, federais de peso e janela partidária
As terras amazônicas Pero Vaz de Caminha jamais escreveu a famosa frase de que no Brasil “em se plantando tudo dá”, mas elogiou nossa terra

Histórico arrasador, articulações da classe política e as outras mudanças
Curto e finoCom as estripulias custosas e sangrentas do presidente Donald Trump que culminaram no incompreensível (e ineficaz) ataque ao Irã ficou i
Sexta-feira, 3 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)