Domingo, 21 de maio de 2017 - 08h15
Minha conclusão da coletiva de sábado a noite do prefeito Hildon Chaves (PSDB) sobre o envolvimento do vice-prefeito Edgar do Boi (PSDC) no caso de propinas da JBS, é que em Rondônia boi voa e que o aspirante a alcaide foi “afastado” com carinho.
Edgar do Boi continua vice-prefeito, recebendo seus proventos e o prefeito ao invés de se mostrar revoltado e indignado com o ocorrido – poderia até encenar esta situação, mas a inexperiência falou mais alto - se mostrou apenas e tão somente “triste”. Nem traído pelo companheiro de chapa ele se sentiu, quanto mais indignado a respeito!
Com pompa e circunstância, rodeado de todos os seus secretários, a coletiva do prefeito Hildon mostrou que ele não vai tolerar corrupção em seu governo, estará atento a tudo, que não aceita que insinuem que ele foi beneficiado com recursos escusos, mesmo porque ele próprio bancou sua campanha e isto é “verdade verdadeira”. Hildon é cabaço politicamente falando, mas é pitoco, algo que poucos políticos rondonienses podem se orgulhar.
Mas sobre o tom do “afastamento” de Boi Propinoski, o boi que voa, Hildon aceitou tão calmamente a situação e o vice até elogiou a medida, o que não ocorre em nenhum lugar do planeta! O enredo, por conseguinte não colou. Nestes casos, o prefeito traído fica enfurecido quebra o pau e o vice prefeito propineiro sai de fininho e falando mal do titular, se dizendo injustiçado
Continuo dizendo que as punições em Rondônia e no Brasil são para inglês ver. Negocia-se com o vilão para que ele aceite a coisa e só depois disto, os pilantras se “afastam”. Foi assim que aconteceu com deputados estaduais recentemente na Assembléia Legislativa , é assim que Michel Temer negocia sua renuncia no Planalto.
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