Sexta-feira, 9 de junho de 2017 - 21h06

Ambições frustradas
Daqueles prefeitos eleitos e, alguns, que acabariam reeleitos em 2016, com pretensões em disputar o governo do estado em 2018 à maioria teve as ambições frustradas. Pelo menos dois acabaram presos, casos de Alex Testoni em Ouro Preto do Oeste, Zé Rover em Vilhena e, um terceiro, de forma vexaminosa renunciou o cargo, que é César Cassol, em Rolim de Moura, alvo de boicotes de parlamentares na liberação de recursos em Brasília.
Uma situação que lembra os primórdios do estado, quando prefeitos então considerados de ponta para a primeira eleição ao governo acabaram encrencados com a justiça, casos dos então emergentes Vitório Abraão (Vilhena) e Roberto Jotão Geraldo (Ji-Paraná).
Na política rondoniense nem dá para se planejar as coisas em médio prazo, porque as ambições da classe política acabam sendo barradas pelos longos braços da lei. Lembro também dos casos dos últimos presidentes da Assembléia Legislativa, Natanael Silva, Carlão de Oliveira e Valter Araujo, todos pretendentes ao governo que acabaram tubulando gloriosamente. È coisa de louco, torcida brasileira.
Recursos no ralo
Até hoje o portovelhense se pergunta onde foi parar a dinheirama toda oriunda das compensações das usinas hidrelétricas e dos convênios firmados com o governo federal para a implantação do sistema de esgotamento sanitário na capital rondoniense. Hoje a capital brasileira mais afetada pela falta de esgoto, com reflexos na saúde pública, Porto Velho tenta reagir a esta situação incomoda.
Padecemos de todas as conseqüências de desgovernos, de superfaturamento, de rapinagens e de obras paralisadas sistematicamente também na rede de água encanada. O Diário publica nessa edição uma retrospectiva de toda situação.
Durante a semana o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) subiu a tribuna para denunciar os desmandos e cobrar uma solução para a questão do esgotamento sanitário, considerado uma prioridade. Segundo ele, é uma das bandeiras mais importantes para Porto Velho nos próximos anos e para tocar as obras adiante é preciso unir a bancada federal e as forças vivas da sociedade.
Estabilidade no emprego
Constato com satisfação a aprovação no Senado por unanimidade, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do projeto de lei de autoria do Senador Eduardo Amorim (PSC-SE) que concede garantia de emprego por um ano, no mínimo, ao segurado da Previdência Social com câncer que recebe auxílio-doença. O relator, senador Paulo Pain (PT-RS), apresentou parecer pela aprovação da proposta.
Conforme informações do Senado, a proposta foi aprovada em caráter terminativo. Assim, se não houver recurso para análise pelo plenário da Casa de Leis, a proposta seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados.
O propósito do autor do projeto é estender ao segurado com câncer, após o término do auxílio-doença, a garantia de permanência no emprego estabelecida pela Lei 8.213/1991, que é a Lei de Benefícios da Previdência Social). O benefício da estabilidade seria assegurado ao trabalhador mesmo que a doença seja anterior a sua filiação no sistema previdenciário e independentemente de ele ter sofrido, ou não, acidente de trabalho.
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