Sábado, 30 de junho de 2012 - 13h03

Bem que Lula, atordoado com a quimioterapia, já tinha sinalizado em São Paulo, ao pular cirandinha com Paulo Maluf, na tentativa de vitaminar campanha de um aliado, que a temporada prometia surpresas inusitadas e tantas reviravoltas pelo País. Com alianças assim as coisas se confundem, né? Tudo fica embaralhado: a tal mistura paulista deixa a coisa assim: Lula Maluf com Paulo Inácio da Silva, já que num casamento assim cada um incorpora alguma coisa do outro...
Que tal em Jaru, onde o PT também se acertou com o PP? Lá dentro deste raciocínio, teremos Fátima Cassol e Ivo Narciso Cleide no mesmo palanque, ligados por interesses comuns. Cada um mais parecido com o outro, né? É a flexibilização petista...
Vamos para as coisas em Porto Velho, Mário Português uniu na sua campanha o criador José “Demitidos” Bianco e a criatura Ivo “Recontratados” Cassol, que tinha devorado o ex-governador politicamente. Na capital, então, com as coisas misturadas ficamos assim na aliança: Ivo Bianco com José Cassol, cada um incorporando parte da alma do outro. Olha, o resultado não é bom para nenhum dos lados...
Enfim, por ai afora, em cada aliança cada um tem um pouquinho das características do aliado, formando-se seres franskstênicos politicamente.
Com todo respeito às biografias políticas de Lula, Bianco, Cassol, e Fátima: esse negócio de vale tudo na política ao invés das vitórias acaba em chabu. É a pratica dos políticos profissionais, das raposas felpudas, da velha forma de se fazer política. E a este colunista, que já votou - em temporadas distintas - nos quatro políticos acima, só resta lamentar a tentativa de misturar água e óleo...
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