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Carlos Sperança

Mais ação + Última palavra + A improbidade + Os predadores


Mais ação + Última palavra + A improbidade + Os predadores - Gente de Opinião

Mais ação

Com cautela, como quem caminha entre ovos, as autoridades de Brasília filtraram a informação de que o general Walter Braga Neto passou a ser o “presidente operacional” do Brasil. Não parece exatamente constitucional nem há uma confirmação definitiva a respeito do que isso quer dizer, mas nota sobre isso no site Defesanet bastou para despertar interesse geral pela biografia do ministro-chefe da Casa Civil, agora com poderes ampliados, já na posição de um quase “primeiro-ministro”.

Não é o caso de supor que o presidente Jair Bolsonaro vai renunciar, mas de reconhecer que a Covid-19 criou uma situação de guerra. Ela exige do presidente reforçar a ação dos auxiliares para agilizar a administração. Como bem disse o ministro da Saúde, Luiz Mandetta, eleitos falam e servidores trabalham.

O que interessa para a Amazônia, suas lideranças, empreendedores e povos da floresta é se o “presidente operacional” também tomará decisões para corrigir os erros que o governo até agora cometeu no tratamento com a região ou vai tratar somente das questões gerais do país. 

Sendo a Amazônia a região que mais sofre com pressões internas e externas, a capacidade de diálogo e comando do general Braga Beto cai como luva nas necessidades de um país que precisa se unir e vencer os prejuízos causados pela polarização política. É hora de falar menos e agir mais.

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Ultima palavra

Caberá ao Congresso Nacional, consultadas as outras instâncias, a decidir se haverá  adiamento das eleições municipais de outubro por causa da pandemia do coronavirus. Em algumas regiões do País a situação  da pandemia já é crítica, como em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. Em Rondônia a preocupação  é com a situação de Manaus, agravada e onde os casos têm aumentado geometricamente nos últimos dias com a saúde entrando em colapso.

A improbidade

Seguindo tantas outras ex-prefeitas condenadas por improbidade, também a prefeita Lurdinha do PT (Presidente Médici) entrou na dança. O histórico das prefeitas enrascadas com a  justiça depois de deixar o cargo é expressivo em municípios como Cacoal, Pimenta Bueno, Ariquemes, Vilhena, Jaru, entre outras municipalidades. Algumas acabam se reabilitando e voltando a cena política outras acabam na vala comum e esquecidas.

A desistência?

Os adversários acreditam que o secretário de Estado da Saúde Fernando Máximo que recentemente ingressou no Patriotas apenas encenou a desistência da carreira política e que na verdade é o candidato a prefeitura da capital com apoio do governador Marcos Rocha. Teria encenado a “desistência” para não ficar levando cacete – como tem ocorrido nas mídias sociais – e catimbar o jogo até as convenções de agosto. O tempo dirá se “a desistência” é verdadeira ou não.

A regularização

O calendário eleitoral determina que o caro eleitor regularize seu título eleitoral até 6 de maio para votar na eleição de 4 de outubro e num eventual segundo turno também no dia 25. Ao todo são 146 milhões de eleitores aptos em quase 6 mil municípios brasileiros. Em Porto Velho cerca de 320 mil eleitores vão escolher o próximo prefeito que pode ser o que aí está, Hildon Chaves que disputa a reeleição.

Os predadores

Da eleição de outubro a vereança em Porto Velho  é que surgirão os predadores dos deputados estaduais locais em 2022. A cada pleito seguidas legislaturas de edis tem emplacados deputados estaduais, de dois a três representantes. Na eleição de 2018 caíram os deputados  Hermínio Coelho, Ribamar Araújo e Jesuíno Dantas que perderam a refrega para os então vereadores Marcelo Cruz e Jair Montes que conquistaram a ascensão a ALE.

Via Direta

*** Ao final do troca-troca de partidos com o encerramento da janela eleitoral que permitia mudanças sem punições, o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves permaneceu no PSDB  contrariando a informação de que ingressaria no PSD dos Expeditos *** Também constatou-se depois das alterações do quadro partidário que a grande maioria dos 21 vereadores da capital estarão na peleja da reeleição em outubro *** No interior, mesmo com a coronavirus os políticos começam a se movimentar, principalmente os prefeitos que buscam a reeleição *** Caso de Thiago Flores (Ariquemes), Joãozinho Gonçalves (Jaru), Marcito Pinto (Ji-Paraná), Glaucioni Nery (Cacoal), Eduardo Japonês (Vilhena) *** Também temos ex-prefeitos querendo voltar ao pódio, casos de Mauro Nazif (Porto Velho), Rosani Donadon (Vilhena), Ernandes Amorim (Ariquemes) e Amauri das Muletas (Jaru).

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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