Terça-feira, 29 de maio de 2018 - 21h03
A política de incentivos
Um balanço sem números da sétima edição da feira Rondônia Rural Show ressalta a importância de um estudo revelado pela presença do didático stand da Suframa no evento.
Em recado claro para as forças que discriminam a Amazônia no Sudeste e ao governo para ter maior precisão cirúrgica nos ajustes, sem confundir filé com sebo, a autarquia divulgou estudo do economista Fabiano Franco França que leva a conclusões importantes, a começar pelos bons efeitos dos incentivos para o Estado.
Destacando a importância deles para toda a economia regional – e para que também em todo o Brasil não se alegue ignorância –, ficou evidente no estudo como a correta política de incentivos fiscais contribuiu para fazer de RO uma engrenagem positiva no motor que move a economia nacional.
O estado movimentou em 2016 mais de R$ 5 bilhões em aquisições de mercadorias procedentes de todas as partes do País. Significa dizer que o Estado gerou cerca de 30 mil empregos diretos e 90 mil empregos indiretos nos Estados em que as mercadorias foram produzidas.
Assim, no balanço positivo da Rural Show, fica saliente que RO faz bem ao Brasil. Nestes tempos em que a economia nacional anda a passo de tartaruga, essa evidência conta muito.
Fazendo as contas
Os candidatos de ponteira fazem as contas sobre a eleição ao Senado, com duas cadeiras a serem renovadas na eleição em outubro. Os confucionistas estão otimistas devido a taxa de aprovação do ex-governador Confúcio Moura (MDB) que deixou recentemente o cargo. Já, Valdir Raupp aposta na estrutura do MDB com fortes chapas a ALE e Câmara dos Deputados.
E os predadores?
No caso do ex-prefeito de Ji-Paraná Jesualdo Pires, que foi eleito e reeleito com mais de 70 por cento de votos na capital da BR, se tem como certo que virá com um balaio de votos do interior do estado. Já se tratando da petista Fátima Cleide, as contas são relacionadas à popularidade do ex-presidente Lula; de Aluizio Vidal (Rede) no forte apoio de Porto Velho.
Cenário nublado
Já, na disputa pelo governo do estado as coisas continuam nubladas. Temos um nó a ser desatado com as pendências eleitorais de vários candidatos e o panorama é repleto de incógnitas. As coisas podem clarear apenas a partir da homologação dos candidatos nas convenções de julho, espichadas agora até o inicio de agosto.
Uma renovação
Já, se tratando da eleição a Assembléia Legislativa e da Câmara dos Deputados as nuances são bem mais previsíveis. Acredita-se na opinião pública que ocorra numa elástica renovação das cadeiras dos parlamentares estaduais e federais, majoritariamente formadas por vacas de presépio, embora haja algumas exceções. As reeleições são de alto risco.
No pé do alcaide
Com as paralisações dos caminhoneiros e as ações da prefeitura de Porto Velho na recuperação das ruas esburacadas, a sequencia da regularização fundiária entre outras realizações, o sentimento generalizado anti-Temer, finalmente os bocudos saíram do pé do prefeito Hildon Chaves (PSDB). Mas ontem, com a Operação Ciranda da PF os boatos voltaram a rondar as mídias sociais e o Paço Tancredo Neves.
Via Direta
*** A miséria tem aumentado na capital. Mendigos, noiados, loucos abandonados pelo poder público e moradores de rua se obrigam a pescar o café da manhã nas panificadoras abordando clientes *** O mesmo sistema agora também é empregado para fazer a “feira” nos supermercados *** O PIB rondoniense tem crescido, mas o da capital, descido ladeira a baixo com o desemprego *** O governador Daniel Pereira se dedica pessoalmente na eleição ao Senado do seu aliado Jesualdo Pires (PSB).
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