Quarta-feira, 29 de maio de 2019 - 14h38

Na ausência de um projeto
consensual, continuam as velhas práticas de estruturalmente demolir o
estabelecido sob a promessa de algo novo – vide Estado Novo (1937) e Nova
República (1985). Conjunturalmente, costuma-se empurrar com a barriga os
problemas acumulados à espera que se resolvam por si mesmos ou caduquem.
Problema estrutural e conjuntural, a segurança da região amazônica não pode ser
resolvida com novidades esdrúxulas nem empurrada com a barriga.
Decorre dessa evidência a certeza
sobre a importância da Carta de Manaus, elaborada no curso do Seminário
Internacional de Segurança da Amazônia e portadora de propostas para o
fortalecimento da segurança na fronteira, combate ao crime organizado e
melhorias no sistema prisional.
Não é a primeira vez que a região
apresenta propostas para enfrentar o problema da insegurança, cuja resolução é
crucial para a construção positiva de uma política nacional para a paz. Só ela
permitirá aos agentes produtivos não ser mais confundidos com os criminosos se
aproveitando de sua amplitude inexplorada e alongadas fronteiras. O sucesso de
boas políticas para garantir paz e segurança é determinante para melhorar a
vida aqui dentro e imagem do Brasil no exterior.
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A confraternização
O PDT tem encontro estadual em
Ji-Paraná neste final de semana evento que também marcará uma grande confraternização
entre os convencionais que começam a traçar as diretrizes para as eleições do
ano que vem. O senador Acir Gurgacz, presidente estadual do PDT, além do evento
na região central do estado, marcará presença em Porto Velho se reunindo com o
Diretório Estadual na segunda feira.
Bate e volta
A história política recente de
Rondônia mostra que os deputados e prefeitos derrotados nas urnas têm grandes
dificuldades de voltar a se eleger e isto vale até para campeões de votos como
foi o prefeito José Guedes, com 60 por cento dos votos na capital a deputado
federal em 1988 e eleito prefeito de PVH com larga vantagem sobre Vitor Sadeck
em 92. À volta ao pódio esta muito dificil.
Na peleja
Pelo histórico em eleições anteriores,
os ex-deputados Herminio Coelho, Jesoino Dantas e Ribamar Araujo, derrotados
nas urnas no ano passado, que pretendem disputar o Paço Tancredo Neves, terão poucas
chances de sucesso, embora com atuações eficientes no Legislativo estadual. No
entanto, a recuperação política dos três não é impossível. Vale a pena arriscar
e podem virar bons vices...
Jogada cenográfica
Os oposicionistas estão observando
a possibilidade do prefeito Hildon Chaves (PSDB) trocar de partido – disputar a
reeleição pelo PR - como encenação para encobrir o desgastante apoio do
ex-senador tucano Expedito Junior. Ocorre que sem o peso desta aliança, Chaves
ficaria mais leve na decolagem. Isto se o afastamento entre Chaves e Expedito
seria apenas para inglês ver. Tem que fingir direito...
Pele salva
Não deu outra em Rolim de Moura. O
pedido de impeachemnt do prefeito Luizão foi rejeitado na Câmara de Vereadores.
Esta mania de vereador chantagear prefeito para vender o voto depois se
alastrou pelo País, seja nas capitais ou em cidades de porte médio. Vereador é
bicho chupim, aprendiz de corrupto, como também são dirigentes de sindicatos
grandes, que vivem metendo a mão nos recursos dos associados.
Via Direta
*** A falta de projetos técnicos para garantir os recursos de emendas
parlamentares aos municípios rondonienses tem sido um gargalo para as prefeituras
rondonienses *** Por este motivo,
muita verba oriunda de emendas acaba voltando para a União. É lamentavel *** Como estrategia alguns vereadores estão
se definindo como base aliada ou oposicionista para a gestão do prefeito Hildon
Chaves *** Naturalmente, aqueles que mamam nas tetas públicas há tempos,
como Edwilson Negreiros, com tantas indicações de cargos, seguirá governista!
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