Terça-feira, 6 de abril de 2010 - 18h14
Assisti com toda atenção a entrevista do ex-senador Expedito Júnior(PSDB), hoje, ao meio dia, ao jornalista Leo Ladeia na TV Candelária (CLIQUE E ASSISTA ENTREVISTA). O discurso do candidato é redondinho, mas quero fazer dois reparos:
1 – Júnior fala em “renovação”. Ora, depois de participar dos governos Jerônimo, Piana, Bianco e de duas vezes da administração Cassol, ele precisa explicar melhor que espécie de renovação que ele pretende para Rondônia. Afinal são quase vinte anos no poder e desta forma ele não pode, de forma nenhuma, bater no peito e afirmar que representa renovação no governo estadual.
Outra observação, que acredito, ser útil para Expedito doravante, é quando ele se referir ao palácio do governo. Se quer ser governador, o mínimo que precisa é saber é o nome da sede do governo rondoniense: Ele é denominado “Palácio Presidente Vargas” e não “Presidente Getúlio Vargas”.
Por último, em defesa do ex-senador eu queria falar de suas “traições” políticas. As últimas duas de que é acusado, não valem:
1 – A ida de Expedito (e de Ivo) a oposição contra o governo Bianco foi uma articulação tramada pelo próprio governador de então José Bianco.
2 – No caso da “traição” á Cassol, o candidato natural da base aliada, melhor aquinhoado nas pesquisas já era Expedito desde o ano passado e a própria trajetória de Ivo tem a ver com a de Expedito, já que foi lançado à prefeitura de Rolim e ao governo pelo agora desafeto - e candidato tucano.
Fonte: Carlos Sperança
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