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Carlos Sperança

Porto Velho começa 2010 em colapso: alagações, dengue, falta de segurança e epidemia de crak



Com as alagações tomando conta da cidade de Porto Velho por falta de drenagem, do lixo atirado às ruas e com as bocas de lobo majoritariamente entupidas, a cidade que mais recebe verbas do país, proporcionalmente as outras capitais, abre 2010 em colapso, numa situação danificando a imagem das esferas municipais e estaduais, que ao invés de resolver os problemas que afligem a comunidade, tem se acusado mutuamente. 
 

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31/12/2009
Moradores desesperados com o volume de água

31/12/2009
Ambulantes pedem providências

Com 450 mil habitantes, cerca e aproximando-se dos 280 mil eleitores, a capital rondoniense vive o último dia do ano com a segurança pública em caos, com a dengue se espalhando perigosamente pelos quatro cantos da cidade e sofrendo uma verdadeira epidemia de crak. 

A falta de drenagem misturada com ruas esburacadas para implantação das redes de água e esgoto multiplicam geometricamente o martírio dos portovelhenses, demonstrando claramente a falta de planejamento do governo do estado e da prefeitura de Porto Velho, que trabalham sem sintonia, optando pelos seus conflitos tribais e bate-bocas intermináveis. 

Epidemia de crak

Como não bastassem todas as mazelas, uma epidemia de crak assola a capital rondoniense. Os filhos das famílias mais ricas são internados em clínicas em outros estados. O interessante da coisa é que a nossa ourosoçaite é hipócrita: os ricaços falam aos amigos que os filhos e filhas atingidas pela dependência química estão passando férias na Europa ou na praia, enquanto tentam recuperá-los em clinicas particulares em outros estados. 

Sem recursos para tratar seus familiares, as famílias menos abastadas vêem seus filhos taxados de “noiados”, vivendo um drama que já atinge uma grande parte da população local. 

Fonte: Carlos Sperança
 

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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