Sábado, 23 de junho de 2012 - 06h50
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As reviravoltas
Ao meio de boatos de desistências de pelo menos três fortes postulantes a Prefeitura de Porto Velho até as convenções do dia 30, o cenário da corrida sucessória continua turvo, indefinido, e catimbado até nos principais blocos. As composições têm sido feitas à noite e desfeitas pela manhã.
As motivações
No caso da desistência de Hermínio Coelho (PSD), a coisa seria motivada pela falta de espaço na televisão e ela já é tida como certa. No caso de Lindomar Garçon (PV), em vista de entendimentos com o governo, e de Mauro Nazif (PSB) pela desmobilização em campanha.
Cama de gato
Além da situação destes três postulantes de ponta a se definir, ainda existe o caso do médico José Augusto, do PMDB. Ele sofre cama de gato, e fogo amigo. Os concorrentes se encarregam da sua fritura, de provocar cizânia para tirá-lo do páreo. E um deles quer ser indicado vice da pré-candidata do PT Fátima Cleide.
Tudo em aberto
Estamos a uma semana das convenções partidárias e até os candidatos de ponta não tem vice e padecem com dificuldades para montar suas alianças. Se o caro leitor perguntar quem vai ser o vice de Fátima Cleide, Mauro Nazif, Mário Português, Mariana, Dalton di Franco, Miguel de Souza, José Augusto e Mario Sérgio, nenhum deles saberá responder.
Focos de rebelião
Temos focos de rebelião nos principais blocos formados. No Bloco da Cooperação, PT, PDT e PMDB seguem caminhos diferentes e com candidaturas próprias. No Frentão, Hermínio Coelho está desistindo, e Mariana Carvalho (PSDB) e Garçon (PV) não se entendem.
Até os nanicos!
Até a coligação dos nanicos, que sustenta a pré-candidatura de Mário Sérgio (PMN) enfrenta turbulências. Ocorre que o PC do B que tinha acertado sua adesão, também negocia com outras agremiações e até agora não emitiu um sinal que proporcionasse mais segurança para a coalizão.
Na sabatina
O Diário prossegue na semana que vem a sabatina com os pré-candidatos à prefeitura de Porto Velho. Miguel de Souza já esta marcado para terça-feira e durante a semana também serão convidados Mariana Carvalho (PSDB) e Mário Português do PPS e Frente Popular.
Olho vivo
Hábito comum em Rondônia, às pesquisas fraudadas serão alvo de punição mais rigorosa a partir de agora. Avança na Comissão de Constituição e Justiça no Congresso, projeto que prevê a ampliação da multa de R$ 100 mil para R$ 500 mil para as empresas que divulgarem pesquisas fajutas.
Os inelegíveis
Era previsível que a lista dos inelegíveis rondoniense fosse enorme. Mas a nominata divulgada pela justiça eleitoral superou todas as expectativas, com quase 150 atingidos, proliferando os ex-prefeitos. A próxima lista deverá evidenciar pelo menos uma dezena de prefeitos atuais, mais sujos do que poleiro.
Os índios Mongulala são descendentes dos deuses que vieram de um sistema planetário chamado Schwerta e em 12 a 15 mil anos de história da Amazônia edificaram inúmeras cidades na floresta tropical. Esses deuses primordiais foram os artífices de um sistema de túneis que se distribuem por toda a América do Sul, conectando cidades que eles próprios construíram: Akakor, Akahim, Akanis e outras. Enclaves como Cuzco y Macchu Picchu também estavam conectados a este emaranhado de túneis, que estariam, ainda hoje sendo utilizados pelos índios remanescentes.
Esta poderia ser apenas uma lenda a mais em meio às inumeráveis e fantásticas histórias, concepções religiosas e mitos fundantes dos povos amazônicos, se não fosse apresentada como um relato verídico feito por um príncipe indígena chamado Tantunka Nara, pertencente à tribo Ugha ou Mugulala, pelo escritor, sociólogo e jornalista alemão Karl Brugger em seu livro A Crônica de Akakor.
Publicado na Europa em 1976, o livro resulta de várias horas de gravação feitas pelo pesquisador com o príncipe índio que afirmava ser filho de uma índia da Amazônia com um soldado alemão. O livro deu fama a Brugger e o colocou no mesmo nível de um Erich Von Däniken, o escritor suíço que se tornou uma celebridade após a publicação do livro Eram os Deuses Astronautas?
Tantunka narrou a Brugger as lendas de seu povo, que estão descritas na obra desde a chegada de seus deuses civilizadores até a década de 1970. Originalmente, segundo o príncipe os textos foram escritos no idioma de seus Mestres Antigos (Deuses) em cascas de árvores.
Na época em que travou contato com Tantunka Nara, o jornalista alemão se encontrava trabalhando no Brasil. Ele gravou todos os relatos em fitas magnetofônicas, que depois degravou para publicar como livro em 1976.
A Crônica de Akakorconta a história milenar da América do Sul pela perspectiva dos Ugha Mongulala, que seria a civilização mais antiga da região, trazendo respostas para muitas questões que a história, a arqueologia e as demais ciências ainda não conseguem explicar, como a construção de Tiahuanaco e Macchu Picchu.
Via Direta
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