Terça-feira, 16 de março de 2010 - 04h05
Ainda com o quadro de candidaturas ao governo estadual indefinido, os pretensos postulantes vão à luta já de olhos nas convenções de junho quando as candidaturas serão homologadas pelos partidos desfazendo – ou em alguns casos até confirmando – boatos – a respeito de composições em andamento. Abaixo, as movimentações dos astros da corrida 2010.
Com apoio do governador Ivo Cassol, o vice João Cahulla vai se firmando no meio rural e nas regiões ribeirinhas. Assume o governo do estado em 2 de abril e com isso poderá alcançar maior projeção para seu propósito de reeleição. Nas pesquisas divulgadas, ele já salta para a terceira colocação entre os governadoraveis, nada mal para quem era considerado um dos patinhos feios da atual disputa.
Com um olho voltado a sua atuação no Senado e outro dedicado as eleições estaduais, o senador pedetista insiste na formação de uma Frente de Oposições entre seu partido, o PDT, o PMDB e o PT, visando ganhar a parada ainda em primeiro turno. Os entendimentos prosseguem, mas ainda não saiu nenhuma definição neste sentido e se ocorrer alguma coisa deverá ser sacramentada nas convenções de junho.
Beneficiado por um conjunto de circunstâncias que vão desde as recentes inaugurações em Ariquemes, até por algumas vaciladas dos adversários, o prefeito Confúcio Moura largou bem e já disputa a ponteira. Trabalha bem na estratégia e já tem seu programa de governo na ponta da língua. Vai se desincompatibilizar em 2 de abril e já procura um vice na capital onde tem acampado nas últimas semanas.
Candidato dissidente da base de apoio do governo estadual, o ex-senador começou a campanha bem antes do que seus adversários e por isso é natural que agora ceda espaço para a concorrência, como já esta acontecendo. Lidera as sondagens feitas até agora - com folga até - mas tem a maior rejeição de todos os candidatos ao Palácio Presidente Vargas. Na reta final isso funciona como um verdadeiro despenhadeiro.
O deputado federal petista esta largando mal na corrida sucessória, nas últimas colocações. Neste momento é considerado pela própria concorrência como o mais fraco dos postulantes. A situação deve mudar se o prefeito Roberto Sobrinho e a senadora Fátima Cleide deixarem de prestigiar Confúcio Moura (PMDB) e entrarem com força na campanha do petista. Lembrando que é tradição dos petistas largar mal nas pesquisas e crescer na reta de chegada, atropelando todo mundo.
Além dos pré-candidatos acima mais dois postulantes se anunciaram como pretensos candidatos. Rosangela Cipriano (PSOL) esta com a campanha paralisada. Já o ex-prefeito de Vilhena Melki Donadon (PHS) se diz candidato ao governo mais percorre o estado acompanhando o tucano Expedito Júnior, descaracterizando totalmente a intenção de ser cabeça de chapa e sim buscando uma indicação a vice.
Beneficiados por uma série de indefinições dos concorrentes, Expedito e Confúcio abrem a jornada polarizando, mais é uma situação que pode ser revertida ao longo da campanha em vista do exagerado índice de indecisos. Lembrando que surgiram sondagens manipuladas – como de praxe, pagou levou - pelos institutos inserindo nomes que não são candidatos de fato e omitindo outros que já estão no trecho,
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