Quinta-feira, 6 de junho de 2019 - 09h58

Ainda é controversa a
identificação de qual arma funciona melhor para aproveitar as oportunidades que
as crises e a guerras criam em meio ao caos. Seriam elas frutos da ciência, da
arte, da intuição ou da influência política? Essa questão ressurge quando se
trata de aproveitar as oportunidades da guerra comercial entre EUA e China, que
já se supõe como a antessala de uma guerra fria entre as duas potênciasnvolvimento.
Enfrentando o duplo desafio de
vencer a decadência e superar o atraso, que ciência, arte, intuição ou política
o Brasil precisa para tirar proveito da cristalização desse quadro. Vem da
intuição a ideia de que o mundo todo vai sofrer consequências. Já a ciência, a
arte e ação política do agronegócio trazem a certeza de que em tempos de guerra
ou paz, que é a vocação do Brasil, desde que o conflito não liquide a espécie
humana.
A China teve o dissabor de uma
arrasadora peste suína em pleno andamento da guerra comercial declarada pelos
EUA, que aproveitaram essa fragilização para golpear mais fortemente a nação
oriental com mais tarifas e ameaças. Cria-se um cenário em que o volume de
alimentos exportáveis pelo Brasil vai aumentar. Não é pouco, em tempos de
governo acuado e nova crise mundial em perspectiva.
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Palavra de ordem
Na prefeitura de Porto Velho a
palavra de ordem é ação. São múltiplas frentes de trabalho, até com sessões
corujas noite adentro para pavimentação nos bairros, encascalhamento, limpeza,
desobstrução de galerias, bueiros etc. O prefeito Hildon Chaves quer aproveitar
o verão, pois sabe que na estação de chuvas é só sofrência na municipalidade.
Sem indicações
Em seu blog, onde trata de tantos
assuntos, principalmente da política rondoniense, o senador Confucio Moura
(MDB) nega antes que o galo cante que mantenha indicações do seu MDB na gestão
tucana do prefeito Hildon Chaves. Talvez não queira melindrar Expedito Junior,
cujo partido o PSDB, elegeu o alcaide ou confirmar uma aliança do seu partido
prematuramente para a peleja do ano que vem.
Vices incomodam
Em Ariquemes o prefeito Thiago Flores já olha
torto para o vice Foladorzinho que será seu concorrente na disputa do Paço
Municipal do ano que vem. Não é de hoje que os vices rompem com os titulares
nos municípios rondonienses. Aliás, trata-se de um hábito bem arraigado também em Porto Velho onde o atual vice Edgar do Boi poderá ser candidato à prefeitura
da capital pelo ex- PSDC, agora DC.
Usina de Tabajara
A bancada federal rondoniense, vitoriosa na
questão da transposição cujo decreto vai atingir mais de 15 mil servidores,
agora também se une para garantir a construção da Usina Hidrelétrica de
Tabajara em Machadinho do Oeste ameaçada pelo corte de verbas. Trata-se de uma
obra prioritária para todo Vale do Jamari, a região que mais cresceu demograficamente
no estado.
A rejeição
Constato em Rondônia a rejeição nos meios
urbanos para a liberação do porte de armas, entretanto, no ambiente rural a
aprovação tem crescido muito diante da necessidade de se defender de
assaltantes do pujante mundo do agronegócio. Os roubos e assaltos nas propriedades
rurais têm aumentado assustadoramente no estado nos últimos anos, além das chacinas
ocasionadas pela disputa de terras.
Via Direta
*** O PSB examina com cuidado a disputa pela prefeitura de Porto Velho
no ano que vem *** O partido tem dois
possíveis candidatos, o deputado federal Mauro Nazif, querendo uma revanche com
Hildon Chaves e o ex-governador tampão Pereirinha *** Expedito, Laerte e Marcos Rogério já projetam alianças para as
eleições municipais de 2020, mas de olho na sucessão do governador Marcos Rocha
*** As tentativas de impeachment dos alcaides em Porto Velho e Rolim e
Moura foram por água abaixo de uma vez.
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