Terça-feira, 11 de julho de 2023 - 09h59

De
janeiro a abril deste ano, foram internados em valores nominais o total de R$
18,1 bilhões de Protocolos de Ingresso de Mercadoria Nacional (PINs) na área de
abrangência da Suframa – composta por Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e
Roraima. O volume representa crescimento de 5,2%, em comparação com o mesmo
período de 2022 (R$ 17,2 bilhões).
O
Amazonas, com R$ 11,8 bilhões movimentados na aquisição de mercadorias
nacionais incentivadas, foi o Estado com maior valor de internamento registrado
no primeiro quadrimestre de 2023, obtendo crescimento de 6,8% em comparação com
igual período do ano passado (R$ 11,1 bilhões). Amapá, com R$ 1,7 bilhão, e
Rondônia, com R$ 2,3 bilhões, por sua vez, apresentaram crescimentos,
respectivamente, da ordem de 13,2% e de 2%.
No
Amazonas, a dinâmica do internamento concentra-se em duas atividades: a
indústria representa 45,9% (ou R$ 5,43 bilhões) e o comércio representa 50,5%
de participação (ou R$ 5,97 bilhões). Nos demais Estados, a dinâmica do
internamento de mercadoria está concentrada majoritariamente na atividade
comércio. Rondônia com 90,1% (R$ 2,04 bilhões), Roraima com 94,79% (R$ 1,55
bilhão), Amapá com 96,2% (R$ 1,59 bilhão) e Acre com 90,3% (R$ 674,81 milhões).
Em Rondônia a atividade indústria tem participação de 4,5% (R$ 100,88 milhões)
e o serviço, participação de 5,3% (R$ 119,68 milhões). Já o Acre a atividade
serviço tem participação de 4,24% (R$ 31,69 milhões) e a indústria tem
participação de 4,88% (R$ 36,46 milhões).
A análise
do internamento de mercadoria aponta também crescimento de outras duas
atividades: mineração e agropecuária. A mineração apresentou crescimento no
valor de internamento, frente ao ano de 2022, nos Estados do Amazonas e
Rondônia respectivamente de: 10,8% e 137,9%. A mineração, entretanto, ainda
possui baixa participação no valor total do internamento de cada Estado. Já a
agropecuária apresentou crescimento no internamento no Estado de Roraima de
66,6%, embora ainda tenha baixa participação no valor total do internamento do
Estado.
Avaliação
Para o
superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, os números do primeiro quadrimestre
reforçam a importância da manutenção dos incentivos fiscais da Zona Franca de
Manaus, visto que contribuem positivamente com a economia dos Estados que
integram a área de abrangência da Suframa. “A aquisição de mercadorias
nacionais incentivadas a custos menores para o setor produtivo da nossa região
representa, além do aumento de competitividade, possibilidade de direcionamento
de mais investimentos e a geração de empregos, em especial, nos segmentos
comercial e de serviços. E já se nota crescimento em setores como a
agropecuária”, frisou Saraiva.
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