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Algo não está certo e as pessoas sabem


Algo não está certo e as pessoas sabem  - Gente de Opinião

Quando o novo coronavírus começou, na China, ninguém deu atenção ao problema. Afinal a China, por mais importância que tenha, é, na cabeça de todos, um lugar remoto. Como se trata de, no fundo, uma ditadura, até pareceu natural o isolamento que fizeram. Qualquer governo ditatorial faz o que bem quer. Desrespeita sem nenhum temor direitos humanos, como o de ir e vir e o direito ao trabalho. E, não se sabe ao certo, o que aconteceu por lá, pois, é improvável que os estragos tenham sido tão poucos como alegam, o que ficou claro é que chineses, e viajantes que estiveram por lá, espalharam o vírus pelo mundo. O que, para todos os outros países, se constituiu num grande problema virou, para os chineses, uma janela da oportunidade. Vendendo a ideia de seu sucesso no combate à epidemia trataram de vender tudo que o que concerne ao vírus. De problema, para a China, passou a ser uma solução. Seus ganhos com o vírus são incontestáveis. É um dos poucos países que irá crescer este ano. Como o que não falta no mundo são previsores de catástrofes, um dos mais renomados, Neil Ferguson, criou um modelo matemático que previu, logo, milhões de mortes. Tocou o terror e o medo que tivéssemos uma nova “peste negra”. Para os interessados, inclusive os chineses, especuladores e grande parte da grande mídia, não importa que modelos semelhantes e com previsões catastróficas, inclusive do próprio Ferguson, tenham dado errado no passado. Suas assustadoras previsões para a doença da vaca louca e da gripe aviária foram um tiro n’água, mas, o que importam os meios? A questão fundamental é o fim. E o fim é o de desvalorizar patrimônios e moedas para canibalizar empresas e valorizar a produção não afetada pela crise. De tal forma que a elite científica e política administrou a farsa do isolamento, de que “é preciso se adequar ao sistema de saúde”. E enquanto se adequam a um sistema que só existe, de fato, para os ricos, o que fazem os que não tem economias, não tem como sobreviver? Vão viver de lavar as mãos, de comer álcool gel? A solução que deram, um problema maior futuro, é o de que os estados auxiliem os milhões que estão morrendo de fome por não poder trabalhar. E criaram um slogan dito e redito, pelos inocentes úteis: Fique em casa! Este rebanho de ingenuidade, gado de pensamento único, pessoas notadamente que se dizem de esquerda, batem palmas para as supressões dos direitos essenciais, para a corrupção da criação de hospitais improvisados erguidos em estádios superfaturados, para conter um grande fluxo de pacientes que nunca vai chegar. Multiplicam-se as valas cavadas. Passeios de mortos em caminhões, notícias aterrorizantes, estatísticas de mortes, o noticiário a toda hora, on-line, planta o terror. E governadores e prefeitos, pessoas que deveriam pensar melhor, entram nesta barca furada. E mais: os senhores da mídia, da tecnologia tentam calar todas as vozes dissidentes. Porém, as pessoas mais pobres, as massas adormecidas, estão conscientes de que algo não está certo. A quarentena forneceu a todos um elemento ausente: tempo. De repente, muitos cidadãos têm tempo para pesquisar e investigar por si mesmos. Tem tempo para enxergar que deve haver distanciamento sim, mas, a paralisação das atividades econômicas é um tiro no pé. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, foi claro, depois de colocar 84% das pessoas em casa, foi surpreendido pelo fato de que 66% da transmissão se deu entre as famílias, nos trabalhadores não essenciais que estavam em casa. É tempo de nossas autoridades acordarem. A economia não pode ser paralisada em nome da doença. Não há saúde boa com a economia parada. É irracional criar o caos econômico em nome da doença. 

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