Quinta-feira, 30 de março de 2023 - 09h33

A QUEM COMETE ERROS cabe
pedir perdão por eles. Mesmo achando que ser perdoado é uma concessão que
estimula a novos erros — pedir perdão, porém, é o que resta a quem errou e tem
caráter. Por isso peço, simbolicamente, ao povo do meu amado Brasil que, mesmo
sem que eu mereça, perdoe-me pelo desatino que cometi: votei no Lula para
presidir o Brasil.
Ao demonstrar esse
arrependimento, junto-me aos milhares de brasileiros (entre eles, o escritor Paulo
Coelho, alguns órgão da mídia, sindicalistas etc.) que cometeram a mesma falha
e, agora, caíram na dura realidade das consequências do ato e se declararam publicamente com remorso
pelo voto que deram para Lula.
O que mais me incomoda
quanto a esse erro é o fato de que uma pessoa como eu, na terceira idade,
consequentemente com muita experiência de vida, com boa formação acadêmica, cair
na nostalgia da burrice de votar no candidato que protagonizou, com seu
partido, a maior corrupção da história
brasileira. Entreguei ouro aos bandidos, mal acompanhado por outros milhões de
enganados.
À corrupção praticada
por essa gente, que desviou dos nossos cofres bilhões de reais, como demonstrou
a Operação Lava Jato de modo inquestionável através da confissão de seus réus,
soma-se à defesa esquerdista de uma ideologia que não compatibiliza o discurso
com o que efetivamente pratica. Mais ainda: seu comandante em chefe, Lula,
nutre explicita simpatia, a ponto de querer se tornar como eles, por ditadores
que levaram desgraça ao povo que governam. Inclusive anda dizendo, aos berros
roucos, que nenhum de seus assessores pode falar em nome dele, que tudo tem que
passar por ele, ou seja: no seu governo manda quem pode, ele, somente ele, e
obedece que tem cabeça, ou seja, os demais. Expressão essa que contextualiza o
jeito de ser de ditadores juramentados
Megalomaníaco, Lula
quer ser um líder da esquerda que vá além nossas fronteiras geográficas e, nos
momentos de alucinação, acha ainda que terá prestígio mundial nessa posição.
Inclusive, recentemente, teve a pretensão de contribuir com a pacificação da
guerra entre a Rússia e a Ucrânia ousando se ombrear, nessa briga de cachorro
grande, com os presidentes das maiores potências mundiais. KKK!
Como se isso e outras
coisas, trágicas e cômicas, mais não bastassem, Lula foi claro ao dizer que seu
critério de escolha para os cargos de seu governo é o político. Todo mundo
minimamente esclarecido sabe que esse é, sem dúvida, o pior critério para que se faça qualquer coisa competente.
Méritos intelectuais, experiência específica e outros atributos indispensáveis
balizadores de competência não contam para ele. Aí eu lhes pergunto: como é que
alguém com um perfil assim, assessorado por muitas pessoas despreparadas para a
função (adoradores do poder são carentes de autocrítica), pode levar a bom
termo o que conduzem?
Enfim, para botar logo
um ponto final nesse pedido de perdão, visto que só o fato de lembrar da
bobagem que fiz ao votar do dito cujo, já estou com o estômago ardendo e com vontade
de vomitar. Não vou nem esmiunçar os motivos que têm levado o governo em
questão a querer evitar que sejam apurado os fatos acontecidos no dia 8 de
janeiro deste ano. Essa posição desabonadora, por óbvio, nos leva a crer que
não há interesse em mostrar a verdade que tanto queremos conhecer. Por que
seria, hein?
Portanto, mesmo não
merecendo, imploro ao povo brasileiro, ou pelo menos aos meus familiares e
amigos, que me perdoem pela minha maldita decisão. O mesmo peço, endossando o arrependimento
de muitos, que eles também sejam perdoados, desde que se juntem àqueles que
verdadeiramente querem o melhor para o Brasil, e que ponham suas inteligências e tudo que puderem
fazer legalmente para ajudar nosso país a se ver livre dessa cambada que aí
está a causar prejuízos que, ante a gravidade, podem ser irreparáveis.
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