Segunda-feira, 13 de outubro de 2025 - 15h29

Empreender é, acima de tudo, contar histórias.
Histórias de coragem, de erros que viraram acertos, de ideias que pareciam
absurdas e se tornaram negócios lucrativos. E se há algo que todo empreendedor
tem de sobra, é vivência. Por isso, escrever um livro não é apenas uma vaidade
ou um projeto paralelo — é uma poderosa ferramenta de posicionamento, legado e
conexão.
Escrever um livro é um ato de generosidade. É
compartilhar com o mundo aquilo que você aprendeu na prática, com suor, noites
mal dormidas e decisões difíceis. É transformar sua trajetória em conhecimento
acessível, inspirador e útil para quem está começando ou buscando novos
caminhos. E, convenhamos, não há MBA que ensine o que a vida empreendedora
revela.
Acredite: um livro é um cartão de visitas elevado à
enésima potência. Ele abre portas, gera autoridade e diferencia você em um
mercado cada vez mais competitivo. Imagine estar em uma reunião com
investidores, clientes ou parceiros e poder entregar algo que vai muito além de
um pitch: um livro que conta quem você é, o que você acredita e como você
constrói valor. Isso tem peso. Isso tem alma.
Mas não se trata apenas de marketing pessoal.
Escrever é também um processo de autoconhecimento. Ao colocar suas ideias no
papel, você revisita decisões, entende padrões, reconhece conquistas e aprende
com os tropeços. É quase terapêutico. Muitos empreendedores relatam que, ao
escrever, descobriram nuances do próprio negócio que nunca haviam percebido. É
como olhar para sua história com novos olhos.
E não precisa ser um best-seller, não. O objetivo
não é competir com grandes autores, mas comunicar com autenticidade. Um livro
bem escrito, com propósito claro e linguagem acessível, pode impactar
profundamente um nicho específico — e isso já é transformador. Às vezes, basta
uma frase para mudar a mentalidade de alguém. E essa frase pode estar no seu livro.
E tem mais: o livro eterniza. É a única maneira de
você continuar vivo, mesmo depois de morto. Negócios vêm e vão, mas ideias bem
registradas permanecem. Ele é um legado que você deixa para o mercado, para sua
equipe, para sua família e para você mesmo. É uma forma de dizer: “Eu estive
aqui. Eu construí algo. E aqui está o que aprendi.”
Então, se você é empreendedor e já pensou em
escrever um livro, considere este texto como um empurrão gentil. Sua história
importa. Suas ideias têm valor. E há pessoas esperando por aquilo que só você
pode compartilhar. Escreva. Nem que seja uma página por dia. Nem que demore
meses. O importante é começar.
Porque no fim das contas, empreender também é
escrever — e talvez esteja na hora de escrever um livro para chamar de seu.
*Ana Macedo é formada em Letras é autora do livro
“Colocando no Papel”, cofundadora e editora da VC.autor Assessoria Editorial,
empresa que ajuda escritores a transformarem suas ideias em livros com
qualidade e impacto
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
O capital humano como ativo de performance: O fim da era da contratação por intuição
No dinâmico universo corporativo contemporâneo, a distância entre uma organização estagnada e um time de alta performance raramente reside na falta

8 dicas para planejar a bagagem de viagens em família
Viajar em família costuma exigir mais do que escolher o destino e reservar hospedagem. Quando há perfis, idades e rotinas diferentes na mesma viagem

O Direito do Consumidor na Páscoa
De uma hora para outra, os mercados se enchem de ovos de Páscoa. As prateleiras ficam coloridas, os corredores ganham destaque especial e os feeds d

TEA em adultos: por que o diagnóstico tardio mistura alívio e dúvidas
O diagnóstico tardio do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos costuma provocar uma mistura de sentimentos como alívio, dúvidas e interpret
Quarta-feira, 8 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)