Sexta-feira, 9 de janeiro de 2026 - 12h37

Muitos consideram que o Brasil vive do "S" e logo criam um CNPJ;
Com
o CNPJ pronto, dizem ser empresários(as), mas não conseguem vender um
produto/serviço para a sobrevivência ou autonomia da própria empresa.
Prospera à sombra do Estado e
chama de Empreendedorismo, se considera Empresário.
Inovação? Nem pensar! Viver de
favores ou subsídios, isenções ou contratos governamentais é melhor que risco e
competitividade de mercado.
A prática é parasitária e a
retórica é liberal.
Tem discurso afiado para
criticar o Estado em público, mas no privado fazem fila por incentivos e
benefícios (são os primeiros a descobrirem o que chegará).
Competir no mercado, nem pensar. A competição é por influência.
É
a cultura em um Brasil que confunde iniciativa privada, empreendedorismo com
dependência estatal e ao final batem no peito orgulhosos.
Dizem por aí que inovam, mas a
verdade mesmo é que se adaptam ao ambiente político para garantir a próxima
verba;
Impedidores de mudanças, forças
da inércia, burocratas sem contribuições produtivas, sugadores de
recursos...são tantos nomes para designar aqueles que dependem do hospedeiro
para locomoção e alimentação física e de ego.
Impedem
o progresso, a inovação, as pessoas que realmente fazem a diferença e
absolutamente nada oferecem em troca.
Até quando seguiremos acompanhados das rêmoras
institucionais?
*Amanda Eloi é Administradora de empresas, Fundadora e
Sócia-Diretora da Ciclo Empreendedor Universitário CEU, Consultora de Projetos
e Pesquisadora da Quádrupla Hélice.
Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
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