Porto Velho (RO) quarta-feira, 11 de março de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Artigo

Síndrome do final do ano ou Dezembrite: Você também está sentindo?


Síndrome do final do ano ou Dezembrite: Você também está sentindo?  - Gente de Opinião

Chegamos no último mês do ano. Nessa época, é comum sentir uma mistura de cansaço, ansiedade e uma sensação de que nada foi feito ao longo do ano ou que muitas metas não foram atingidas. Nesse período, percebo com frequência pessoas com sentimento de tristeza, melancolia e frustração, levando até a casos de depressão e ansiedade. Esse fenômeno é conhecido como Síndrome do Final de Ano ou "Dezembrite". 

Enquanto para algumas pessoas o fim de ano é uma época feliz e com muitas confraternizações e presentes, para outros é visto com desânimo. Nesse momento do ano, muitos percebem que muitas metas não foram cumpridas e se sentem com o emocional confuso por este motivo. Esse sentimento pode ser algo passageiro, mas é preciso estar atento ao quanto pode estar prejudicando o indivíduo no seu dia a dia e na execução de tarefas. 

Caso esse sentimento perdure, é necessário o acompanhamento com um profissional de saúde mental para que possa orientá-lo e diagnosticá-lo para que seja tratado de maneira correta, evitando assim que o sentimento vire um transtorno. 

Esta síndrome relacionada ao calendário do ano e que envolve as emoções, é o momento em que o peso de todas as metas não cumpridas aparece, o estresse aumenta com os compromissos de fim de ano. Além disso, o emocional fica “bagunçado”. Apesar de considerada como algo passageiro, se não diagnosticada e tratada corretamente, pode evoluir e se tornar um transtorno. 

Alguns sintomas comuns da síndrome do final do ano são irritabilidade sem motivo aparente; sensação de culpa ou frustração; fadiga emocional e física; ansiedade para "dar conta" de tudo antes do ano acabar; insônia ou sono agitado, entre outros. 

Caso esteja se sentindo assim, é hora de olhar para si e buscar ajuda. Olhe para dentro e cuide da sua saúde mental. Lembre-se que você não precisa enfrentar isso sozinho. A terapia é um espaço seguro para reorganizar os pensamentos, aliviar a pressão e entrar no novo ano mais leve. 

(*) Alessandra Augusto é Psicóloga, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia, Mestranda em Psicologia Forense e Criminal. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

Gente de OpiniãoQuarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

O investimento invisível que protege o lucro e as pessoas

O investimento invisível que protege o lucro e as pessoas

No universo corporativo, a menção a uma Norma Regulamentadora costuma despertar, de imediato, uma associação com burocracia, fiscalização e, princip

Pagamentos simples para vendas ocasionais e informais

Pagamentos simples para vendas ocasionais e informais

Nem todo mundo vende todos os dias ou mantém um negócio com rotina fixa. Muitas pessoas realizam vendas ocasionais, atendimentos pontuais ou cobranç

Cassinos online reagem à possível Cide-bets e citam risco de avanço do mercado ilegal

Cassinos online reagem à possível Cide-bets e citam risco de avanço do mercado ilegal

Contribuição de 15% sobre depósitos foi retirada do projeto antifacção, mas pode ser reapresentada em novo texto no CongressoO setor de apostas espo

Os arquétipos femininos como espelhos da alma humana

Os arquétipos femininos como espelhos da alma humana

Por que a mulher, mesmo desempenhando bem os papéis que a vida lhe confiou, por vezes não se sente plena? Onde reside a verdadeira realização da nat

Gente de Opinião Quarta-feira, 11 de março de 2026 | Porto Velho (RO)