Quarta-feira, 22 de julho de 2020 - 08h58

Na semana passada
escrevi em diversas redes sociais o artigo “Unir: Sem medo de errar”. Eita”! Pobre do índio Tabajara da Tribo
Cariri. O artigo, em tela, mexeu com os brios de alguns dos pretensos
candidatos, familiares dos candidatos a reitor da Universidade Federal de
Rondônia (Unir), professores, funcionários e acadêmicos. Foi e-mail de
todos os quadrantes de Rondônia. Telefonemas que não se acabava mais.
Facebook congestionado e centenas de recados. Parece que mexi em uma caixa de marimbondo. Achei excelente! É bom quando se escreve e a opinião desperta o interesse de um segmento da sociedade, ou em um todo. Pois é. Foi mais ou menos isso. “Unir: Sem medo de errar” chegando no momento importante do pleito eleitoral para reitor na citada instituição de ensino superior. Antes de dar prosseguimento ao presente, afirmo que não tenho compromisso profissional com nenhum dos pretensos candidatos. O meu objetivo é único e exclusivamente de fomentar o debate que, deve ocorrer em todos os “campus”. Não adianta o “lero-lero” e vem cá que quero teu voto! Seria importante, como sugestão, que os pretensos candidatos formalizassem uma proposta de gestão administrativa perante a Comissão Eleitoral. Isso faria com que o “dito cujo”, que venha ser eleito teria que cumprir o que prometeu na campanha. Sabe-se que a Unir sofre desde sua fundação com gestões administrativas desastrosas. Nem todas...!!! Exceção existe na regra para isso. Pois, bem! Não adianta votar no candidato “A” por ser o mais gatinho, votar no “B” por que é bonzinho, depositar o voto no “C” por ser mais comunicativo... e assim segue para todos os candidatos.
No primeiro artigo abordei e defendo um candidato que tenha condições de realizar uma gestão administrativa eficiente e que venha de encontro aos anseios do crescimento da instituição. O querido amigo Lobo, em uma postagem a mim dirigida, disse que eu fui bonzinho quando abordei a questão das entidades representativas da Unir: Sintunir (funcionários) e Adunir (professores). Lobo disse que a Adunir “não existe”. Fiquei batendo os cílios. Como é que pode uma entidade como a Adunir nada fazer para ajudar o reitor na gestão administrativa da Unir! É uma falta de preparo de quem conduz a entidade. Mas, voltando ao pleito eleitoral da Unir. Espero que, urgentemente, os nomes venham ser divulgados e publicados para que a sociedade rondoniense possa se manifestar favorável ou contra quem vai participar em agosto do processo. Como o índio Tabajara da Tribo Cariri está em isolamento social, não dá tempo de participar diretamente do pleito, mas torce para que o candidato que reúna as melhores qualidades para ser um excelente gestor administrativo possa ser eleito. Vamos aos debates!!!!
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