Quarta-feira, 16 de julho de 2025 - 07h25

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do
Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou,
nesta quarta-feira (16/7), a Operação Soldados da Usura II, com apoio da Polícia
Civil do Estado de Rondônia (PCRO) e da Polícia Militar do Estado de Rondônia
(PMRO), nas cidades de Porto Velho e Buritis.
A fase ostensiva da operação tem como objetivo dar cumprimento a 7
(sete) mandados de prisão preventiva, 13 (treze) mandados de busca e apreensão,
além de diversas medidas assecuratórias patrimoniais (indisponibilidade de
valores, imóveis, veículos, dentre outros), que totalizam R$ 2.738.445,25 (dois
milhões, setecentos e trinta e oito mil, quatrocentos e quarenta e cinco reais
e vinte e cinco centavos), todas deferidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca
de Porto Velho.
Trata-se de uma nova etapa da Operação Soldados da Usura ,
inicialmente deflagrada no dia 7 de fevereiro deste ano, visando desmantelar
uma organização criminosa constituída visando obter vantagens financeiras a
partir da realização de empréstimos ilegais (usura) e que praticou, no mesmo
contexto, crimes como extorsão, lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade
ideológica.
A Orcrim constituída tinha a função de captar “clientes”, fazer empréstimos com
juros ilegais, fazer as cobranças com o uso de violência e grave ameaça
(inclusive com uso de armas de fogo), seguidos de atos de expropriação
patrimonial, já que, em relação a diversas vítimas, os investigados se
apossaram de valores e bens que lhes pertenciam, acumulando e movimentando
expressivas cifras em dinheiro e bens móveis e imóveis.
O foco dessa 2ª fase da Operação Soldados da Usura é a denominada “equipe de
cobrança” da organização criminosa, responsável pelos atos mais agressivos do
grupo, praticados mediante violência e grave ameaça, sobretudo nas extorsões.
Também se identificou que essa equipe de cobrança continuou atuando a mando e
em benefício da liderança e outros integrantes da organização, mesmo após a
prisão destes por ocasião da Operação Soldados da Usura, dando continuidade,
especialmente, aos crimes de usura e extorsão.
Na operação foi empregado um efetivo total aproximado de 90 (noventa) pessoas,
entre policiais militares, equipe da Corregedoria da PMRO, policiais civis,
promotores de Justiça e servidores do Gaeco.
O nome atribuído à operação é referência ao modus operandi adotado pelos investigados,
que empregavam força, ameaças com armas de fogo e violência física,
comportando-se como uma legião de saqueadores, explorando e expropriando as
vítimas para obter e acumular riqueza às custas do patrimônio alheio.
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