Quarta-feira, 28 de setembro de 2022 - 17h19

Vencedor na categoria “Boas Práticas”, do prêmio
Juízo Verde, do CNJ, o projeto foi apresentado, por meio de videoconferência,
pela juíza auxiliar da Corregedoria do TJRO, Inês Moreira, uma das
idealizadoras da prática.
A magistrada explicou aos
representantes de vários tribunais sobre as funcionalidades e benefícios do
Visão Plena, que, por meio do cruzamento de dados geográficos e informações
processuais relativas a ações de meio ambiente, oferece um panorama dos
processos envolvendo determinada localidade como, por exemplo, casos de
processos de desapropriação, desmatamento, dentre outros danos
ambientais.
Com o mapeamento realizado pelo
Visão Plena, a partir dos dados registrados no Google Maps (ferramenta gratuita
disponível na internet), é possível a criação de uma base de dados e controle
de processos ambientais, o que ajuda na identificação das ações fraudulentas e
predatórias, ou seja, que têm as mesmas partes e pedidos em outros juízos,
evitando decisões diferentes para os mesmos casos. “Com isso, o projeto contribui
com a produtividade, além de possibilitar, também, a realização de perícias e
audiências nos mesmos períodos, o que acelera o trâmite'', esclareceu a
magistrada, aos interessados na funcionalidade.
O juiz titular da 2ª Vara da
Comarca de Chapada dos Guimarães, do Estado de Mato Grosso, Renato Filho,
parabenizou Inês Moreira pela relevância do projeto. Ele comentou que já havia
pensado em algo com a utilização de mapas e sistemas como o Sistema Nacional de
Cadastro Ambiental Rural (Sicar) e Sistema de Gestão Fundiária e Google Earth
(Sigef), mas, ao ver implantado com a utilização do Google Maps, se convenceu
dos benefícios desse tipo de abordagem. “Ótima ideia o projeto Visão Plena, a
qual tentarei replicar nas ações diversas que envolvem questões de imóveis,
dentre as quais ambientais, petitórias (domínio), possessórias e outras cuja
localização, utilização de mapas e cruzamento de dados sejam úteis para
identificar as demandas (inclusive predatórias) e a adequada prestação da
jurisdição com mais segurança”, acrescentou Renato Filho.
O magistrado do Poder
Judiciário Matogrossense disse acreditar que este seja um modelo de trabalho de
replicação obrigatória em algumas demandas, e com pesquisa a ser fomentada
pelos tribunais no sentido da automação de passos possíveis, a fim de garantir
a celeridade e razoável duração do processo.
Recentemente, o projeto Visão
Plena foi destaque no programa Link CNJ, da TV Justiça, que tratou sobre o tema
Justiça e meio ambiente.
O programa está disponível no LINK CNJ - JUSTIÇA E MEIO AMBIENTE
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