Sexta-feira, 20 de julho de 2012 - 10h03
O Bradesco, um dos bancos mais ricos da America Latina e que tem abrangência de nível continental no país, tem atuado de forma totalmente contraditória ao seu próprio slogan, onde ele se autointitula o banco da ‘Presença’. Uma prova disso é o descaso que o banco tem demonstrado com algumas regiões da capital de Rondônia, especialmente as chamadas zonas periféricas.
Em Porto Velho o Bradesco,por incrível que pareça, simplesmente eliminou o atendimento ao público – por meio dos caixas normais – na agência da avenida Jatuarana. Com isso, o banco deixa ‘órfã’ toda a zona Sul, a segunda maior da cidade. Quando de sua inauguração, aquela agência contava com três bancários fazendo o atendimento nos caixas, mas com o tempo, estes funcionários foram desaparecendo. Até anteontem, quarta-feira, o atendimento ao público em geral vinha sendo feito por um único funcionário mas, agora, nem isso. O banco resolveu, deliberadamente, extinguir este tipo de serviço e, agora, quem quiser fazer alguma operação que somente eram feitas ‘na boca do caixa’, terá que se dirigir para as agências centrais, uma na avenida Sete de Setembro, uma na avenida Carlos Gomes e outra na avenida Pinheiro Machado.
Mas a situação é ainda pior na agência da zona Leste, situada na principal avenida, a José Amador dos Reis. Naquela unidade nunca sequer existiu atendimento em caixas, feito por pessoas. Ali existe somente o autoatendimento feito nos caixas eletrônicos.
Para o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB/RO), esta postura do Bradesco comprova o que os trabalhadores de todo o país já sabiam, que o banco, definitivamente, não está mesmo interessado na qualidade do atendimento ao público, tampouco a obrigatória responsabilidade social tão anunciada pelas instituições financeiras.
“Além de ser, reconhecidamente, o banco que mais demite funcionários lesionados, vítimas de doenças adquiridas com o esforço repetitivo no ambiente de trabalho, o Bradesco agora se propõe a ser o mais perverso possível com a população. Não há nenhuma justificativa plausível para este desrespeito com a população das áreas mais afastadas do Centro. Eliminar o atendimento ao público – que já era feito de maneira precária – da zona Sul é deixar milhares de pessoas totalmente abandonadas pois, agora, elas terão que se deslocar às agências centrais para resolverem seus problemas no banco. Boa parte dessa clientela, diga-se da passagem, é formada por trabalhadores das usinas do Madeira, que preferiam ser atendidos perto de casa, na zona Sul. Portanto, além desprezar estes milhares de clientes e usuários, o Bradesco, com isso, ainda promove a superlotação das agências centrais e a sobrecarga de serviço aos trabalhadores destas unidades, o que é ainda pior, pois também compromete o atendimento no Centro”, avalia o diretor de Imprensa do SEEB/RO, Clemilson Farias, que é morador da zona Sul.
Fonte: Rondineli Gonzalez
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