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Política

Com mais de 100 dias em greve, Unir protesta no 7 setembro


Professores da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) realizaram em conjunto com estudantes universitários e da educação básica, protesto denunciando a intransigência do Governo Dilma Rousseff que não quer atender às reivindicações da Greve Nacional dos Docentes. O protesto em Rolim de Moura somou-se a outras lutas locais que denunciavam os torturadores da ditadura militar e contra a criminalização do Movimento Estudantil que há 15 dias tem realizado diversos protestos.

Em todo o Brasil as Universidades Federais estão em greve. Os professores reivindicam reajuste salarial, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Mas apesar dos mais de 100 dias de mobilizações por parte dos grevistas nenhuma destas reivindicações foi atendida e agora o governo se nega inclusive a negociar. Ainda por cima, Dilma Roussef mandou cortar o pagamento dos professores grevistas numa tentativa frustrada de reprimir e enfraquecer o movimento. Em assembleia realizada na última quarta-feira, professores da UNIR mantiveram a greve.
 
Segundo os manifestantes “O Governo alega não ter recurso para dar o reajuste salarial que os professores exigem, mas gasta bilhões com a Copa do Mundo e Olimpíadas, entrega de mão beijada dinheiro público para grandes empreiteiras, como as responsáveis pelas usinas do Madeira, e para os bancos estrangeiros que sugam as riquezas do país e exploram nosso povo”. Outra denuncia foi a precarização e sucateamento das universidades públicas enquanto o Governo Federal beneficia cerca de 500 faculdades privadas com isenção de impostos.
 
Os professores afirmaram que sua luta não é apenas por salários e plano de carreira, mas por condições de trabalho! No Campus de Rolim de Moura faltam laboratórios; salas de aula; acervo bibliográfico; técnicos administrativos; técnicos de laboratório; professores efetivos; material de limpeza e higiene; infraestrutura para a Fazenda Experimental, no km 15; recursos para manutenção do Campus, entre outros; Atrasos salariais dos funcionários da empresa contratada para prestar serviços terceirizados (M&M. Empreendimentos Engenharia; Serviço de Limpeza, Conservação e Manutenção Predial): serviços gerais e vigilância; Morosidade do MEC no atendimento das reivindicações dos servidores, da greve de 2011, situação da RIOMAR; prestações de contas; falta de infraestrutura dos campi; situação das licitações das obras da UNIR, entre outros problemas.

Fonte: Cebraspo

 

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