Sexta-feira, 20 de setembro de 2013 - 10h59
O presidente da Assembléia Legislativa de Rondônia, deputado Hermínio Coelho (PSD) que teve seu nome envolvido injustamente na questionável Operação Apocalipse da Polícia Civil, busca agora reparações judiciais, inclusive por danos morais. As investigações que resultaram no afastamento do deputado de suas funções por 30 dias, no início de julho, são infundadas e os prejuízos morais causados ao parlamentar são objetos de ações judiciais que seus advogados estão preparando contra a cúpula da segurança pública.
Notícias-crime serão movidas contra o secretário Marcelo Bessa (Segurança Pública), contra diretores de departamentos estratégicos da Polícia Civil e contra os delegados diretamente envolvidos na ação que causou consequências irreparáveis à imagem do deputado.
As ações criminais serão movimentadas pelo Ministério Público e, nelas, constarão o relato minucioso da invasão à residência do deputado, por cerca de 20 policiais que reviraram o imóvel em busca de provas que jamais foram encontradas. O sobrevoo realizado por um helicóptero do governo no momento da operação será citado como ato abusivo, autoritário e tendenciosamente político.
“Não processaremos o estado, que está quebrado e, de certa forma, não teria culpa pelo que ocorreu. Os causadores de toda essa lambança terão que, em juízo, provar que não houve dolo. Meu cliente (Hermínio Coelho) foi exposto de uma maneira vexatória, inclusive na mídia nacional, como alguém associado ao Narcotráfico. Ora, é uma acusação gravíssima, que provamos ser infundada, e que maculou a imagem de um homem público reconhecidamente incorruptível”, disse o advogado de defesa, Nelson Canedo. Segundo ele, “as ações não irão reparar nem 1% de todo o dano moral causado ao deputado, que afirmou não aceitar, como indenização, nenhum centavo oriundo de serviços essenciais como Saúde, Educação e outros.
Para o deputado, a maneira com que a Segurança Pública de Rondônia trata investigados e investigações sofreu um descrédito sem precedentes, embora seja, na visão do parlamentar, uma instituição que, em seus quadros, haja delegados e investigadores dignos.
Em pronunciamento, o deputado defendeu seriedade nas investigações contra o governador Confúcio Moura, que teria tido sua campanha, em 2010, financiada pela Organização Criminosa, de acordo com indícios levantados pela própria Operação Apocalipse. Hermínio lamentou o uso da máquina pública como instrumento de perseguição e linchamento moral dos adversários do Governo da Cooperação, e voltou a pedir a demissão do secretário de Segurança, delegado Marcelo Bessa.
Fonte: Assem Neto e Paulo Ayres
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