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Inaugurado Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil


Um serviço de saúde mental destinado ao tratamento de crianças e adolescentes em sofrimento psíquico e/ou com transtorno mental de grau moderado e crônico quer seja, ocasionado ou não pelo uso prejudicial de álcool, tabaco, crack e outras drogas. Esse é o objetivo do Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil (Caps i), inaugurado na última sexta-feira, 13, pelo prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho.

Localizado na Rua Matrichã, bairro Lagoa, o Caps i já nasce com um cadastro de 250 pacientes na idade de na idade de 06 a 17 anos, e tem a capacidade de fazer mil atendimentos por mês. O serviço será realizado por uma equipe multiprofissional e interdisciplinar formada por assistente administrativo, assistente social, auxiliar de farmácia, auxiliar serviço geral, enfermeiro, médico clínico geral, médico especialista em psiquiatria e pediatria, psicólogo, tecnico de enfermagem e terapeuta ocupacional.

Na solenidade, o prefeito Roberto Sobrinho, lembrou que a necessidade de criar um a necessidade de se criar um centro especializado no atendimento de crianças e adolescente, surgiu depois que a Prefeitura de Porto Velho inaugurou o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps/AD). “Com o Caps/AD tivemos o conhecimento desta triste realizada. Grande parte dos pacientes atendidos no Caps/AD estava na faixa etária de 10 a 16 anos e foi então que decidimos um centro exclusivo para o atendimento desta clientela. E com esse centro entramos na luta para resgatar esses meninos que vivem esse problema da dependência química para o convívio familiar e social”, disse o prefeito.

Roberto Sobrinho lembrou também que antes de sua administração, o município não tinha nenhuma política voltada ao atendimento dos pacientes dependentes químicos, o que penalizava os servidores municipais que padeciam dessa doença. Servidor que faltava ao trabalho por problema de alcoolismo, por exemplo, ao invés de ser tratado era demitido. “Nós acabamos com essa filosofia. Passamos a tratar esses servidores porque isso é um caso de saúde pública. Em São Paulo, recentemente, mandaram a polícia para acabar com a cracolândia, uma atitude errada porque o caso não é de polícia, e sim de saúde. Aquelas pessoas deveriam ser tratadas para se reintegrarem ao convívio social, e não serem tratados daquela forma”, afirmou.

Sensibilidade social

A primeira-dama do município, Lucilene Peixoto, uma das articuladoras para a criação do Caps, enalteceu a sensibilidade do prefeito Roberto Sobrinho que desde o primeiro mandato vem desenvolvendo políticas públicas voltadas à recuperação dos dependentes químicos. “São várias ações nesse sentido, como os convênios com entidades como a Casa Família Roseta, que tem um trabalho importante nessa área. Tem sido um luta árdua, mas vivemos um momento especial porque temos um gestor que é compromissado com a causa”, afirmou.

Lucilene Peixoto também justificou o investimento feito pela Prefeitura de Porto Velho, afirmando que o tratamento dado às crianças, não pode ser o mesmo dispensado aos adultos e idosos. “Esse atendimento tem que ser diferenciado para que o tratamento tenha o resultado esperado.

O secretário Williames Pimentel, da secretaria municipal de Saúde (Semusa), afirmou que o trabalho que será desenvolvido pelo centro, não está voltado apenas à recuperação das crianças e adolescentes dependentes químicas, mas trabalho também a inclusão social. “Esses meninos que antes eram excluídos, têm agora a oportunidade de se recuperar, pois buscamos também a agregação familiar. A família é muito importante nesse processo de resgate. E este é um sonho da primeira-dama que está sendo concretizado”, disse.

Williames Pimentel explicou ainda que o Caps i tem, entre outros objetivos, o de ampliar o acesso e atendimento em saúde mental ao público infantil e adolescente, oferecer um serviço humanizado e diversificado, além de orientar ações para a prevenção, promoção, tratamento e redução dos riscos e danos à saúde, promover a inclusão social de crianças e jovens, para aumentar seu bem estar emocional e o melhor convívio na família, escola, comunidade e também reduzir o estigma e o preconceito.

Fonte: Joel Elias
 

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