Quarta-feira, 11 de setembro de 2013 - 18h44
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa vai ouvir o secretário de Estado de Segurança Pública, Marcelo Bessa e os delegados que apuram o caso “Naiara Karine”, na próxima terça-feira (17), às 8 horas, no Plenarinho da Casa de Leis. A Comissão se reuniu nesta quarta-feira (11) com o presidente, deputado Euclides Maciel (PSDB), o vice-presidente, deputado Ribamar Araújo (PT), os membros Édson Martins (PMDB), Luiz Cláudio (PTN) e Maurão de Carvalho (PP) e os deputados Ana da 8 (PTdoB) e Adriano Boiadeiro (PRP) para ouvir o secretário que não pôde comparecer por atraso em voo vindo de Brasília.
O secretário Marcelo Bessa por telefone disse ao presidente da Comissão que estaria à disposição para um novo horário ou outra data. Em decisão unânime foi decidida que a reunião será na próxima terça-feira. Marcelo Bessa disse ainda por telefone que esta semana de prazo será ainda melhor para os esclarecimentos porque nesta semana terão novidades sobre o caso.
A comissão recebeu documento com o depoimento (que está em sigilo) do policial Marcos Antônio Chaves da Silva no qual é relato como ocorreu o assassinato. “O depoimento é pesado. Houve todo tipo de violência contra a jovem e consta nomes de envolvidos. É algo seríssimo”, disse o parlamentar, solicitando que uma cópia seja entregue aos demais deputados. O deputado Maurão de Carvalho disse que essa situação precisa ser esclarecida porque existem muitos boatos para que não sejam culpadas pessoas que não têm nada a ver com o caso.
Lei Maria da Penha
Euclides Maciel informou na reunião que um dos avanços alcançados como resultado da audiência publica que tratou sobre a Lei Maria da Penha, é que a Delegacia da Mulher vai passar a funcionar 24 horas. “Principalmente porque as agressões geralmente acontecem depois das 18 horas”, destacou o presidente da Comissão.
Caso “Raíssa”
Na oportunidade, o deputado Luiz Cláudio solicitou que também sejam adotadas providências quanto ao caso “Raíssa Lopes”, a estudante de 15 anos que foi assassinada há um ano pelo ex-namorado Alexsandro Mendes, numa parada de ônibus, a pedido do pai da vítima, Manoel Lino, que assistiu a reunião. “O julgamento do acusado ainda não ocorreu e ele está em liberdade”, salientou Luiz Cláudio. O deputado Euclides Maciel disse ainda que a família ainda se sente ameaçada pelo acusado que passa de motocicleta em frente da residência dos pais de Raíssa.
Em concordância com os deputados Ribamar Araújo, Édson Martins e Luiz Cláudio será agendada uma reunião com a desembargadora Marialva Henriques Bueno que está com o processo, para solicitar que seja marcado o julgamento. Para os parlamentares, não basta a dor da perda da família ainda tem a morosidade do julgamento.
Fonte: Liliane Oliveira / DECOM
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