Segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 - 19h44
As mulheres empreendedoras e as moradoras do bairro Baixa da União foram prestigiadas, dia 11, sábado, no Shopping Popular através da exibição dos filmes da agenda do Fest Cineamazônia. Foram exibidos os filmes, “Piõ Höimanazé – a Mulher Xavante em Sua Arte” e “Maria do Paraguaçu”; ambos com a temática da luta das mulheres contra o preconceito e a violência. Foco dos filmes é a cultura feminina indígena e quilombola. Também foram realizadas palestras e distribuição de material informativo para o público, que era formado também por homens. A ação faz parte dos “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”.
A realização foi da Prefeitura de Porto Velho através da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (CMPPM). A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur) e a Casa Brasil apoiaram a atividade. A coordenadora Mara Regina destacou que, “após a exibição dos filmes e da programação, muitas mulheres mostraram interesse pelo tema querendo saber mais sobre os direitos delas e também em como participar de outras atividades. Inclusive fizeram a proposta de aproveitarmos mais o espaço do Shopping Popular para eventos iguais a este”, disse.
A escolha do local foi uma forma de incluir as mulheres e suas famílias daquela região de Porto Velho nas ações da prefeitura sobre o meio ambiente, preservação da natureza, o convívio equilibrado entre o ribeirinho e o Rio Madeira e apoio ao comércio local. Devido à programação, o Shopping Popular ficou até mais tarde com as portas principais abertas e isto atraiu a visita de clientes que acabaram assistindo à programação e aos fimes.
Os Filmes
Os filmes estão dentro da programação do Fest Cineamazônia - Festival de Cinema e Vídeo Ambiental. O primeiro filme Piõ Höimanazé - A Mulher Xavante em Sua Arte é um de 52 minutos de 2008, com direção de Cristina Floria. Este documentário mostra o universo indígena das mulheres A’uwê, como se autodenominam os Xavante. Realizado na Aldeia Etenhiritipa, localizada na Terra Indígena Pimentel Barbosa, no Estado do Mato Grosso, centro-oeste do Brasil, numa região de cerrado. Além de ser um instrumento de preservação do patrimônio cultural feminino das mulheres A’uwê, revela a riqueza de conhecimento que essas guerreiras mantêm há milhares de anos: seus segredos, e a arte de viver, Höimanazé, que são transmitidos de geração a geração até os dias atuais. Contribui para elucidar o que o universo feminino indígena suscita dentro de nós para uma compreensão do que é ser humano, ser mulher.
O segundo filme, Maria do Paraguaçu é um documentário de 26 minutos, de 2009, com direção de Camila Dutervil. Maria do Paraguaçu revela a jornada em busca da liberdade, através do olhar de uma mulher que resiste pela dignidade de seu povo. Maria do Quilombo de São Francisco do Paraguaçu é filha do Recôncavo Baiano, local que marca o início do processo de colonização escravista do país.
Fonte: Fabrícius Bariani
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