Sexta-feira, 2 de novembro de 2012 - 13h34
O prefeito Roberto Sobrinho afirmou em entrevista ao programa “Falando a Verdade”, apresentado pelo radialista Eudes Lustosa, da rádio Maíra, que o novo prefeito de Porto Velho, que assumirá os destinos do município no dia 1º de janeiro de 2013, encontrará uma prefeitura em uma situação muito melhor do que quando assumiu em 2005. Na época, lembrou o prefeito, o município estava quebrado, sem projetos e sem dinheiro. Hoje, em função do planejamento feito para viabilizar as ações da prefeitura, a realidade é outra.
“Um dado básico importante e que precisa ser tornado público, diz respeito a arrecadação. Lá, em dois mil e cinco, essa arrecadação era de duzentos e cinquenta milhões de reais ao ano. E eu vou entregar a prefeitura para o próximo prefeito com uma arrecadação de um bilhão e trinta e nove milhões de reais, ou seja, a arrecadação do município nesses oito anos praticamente quadruplicou”, explicou o prefeito.
Com os recursos provenientes do aumento da arrecadação, a prefeitura construiu 500 novas salas de aula, 30 novas unidades de saúde, 400 quilômetros de asfalto, aumento do quadro de servidores para melhorar a prestação do serviço prestado à população. “Então não há o perigo de que com o fim das obras a prefeitura não tenha recursos para dá sequência aos seus investimentos porque, a entrada dos royalties irá equilibrar as finanças do município”, adiantou.
Roberto Sobrinho também garantiu que, se a obra dos viadutos permanecerem sob responsabilidade do município, o novo prefeito não terá problema nenhum para concluir a obra. “Tem gente dizendo que quem assumisse a prefeitura pegaria uma bomba. Queria eu em dois mil e cinco ter assumido uma bomba dessas, com R$ 80 milhões em caixa, com todos os projetos aprovados. O novo prefeito, se assumir a obra, tem só que dar sequência, o grosso, a parte mais difícil já foi feita, que foi a elaboração do projeto e a liberação do recurso”, falou.
Roberto Sobrinho lembrou ainda que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) não tinha como fazer a licitação e contratar a empresa, a prefeitura assumiu essa responsabilidade, por meio de um convênio, contratou a primeira empresa que quebrou, contratou a segunda empresa, que quebrou também, uma empresa que realiza obras para o DNIT em oito estados brasileiros. Outros entraves que existiam, como o pagamento das indenizações e a retirada de duas torres que abastecem o Acre de energia elétrica, também já foram superados.
“Todos os problemas já foram resolvidos, então agora ficou tudo fácil. Essa obra era para ter avançado muito este ano, mas não avançou por causa dessas duas torres de energia elétrica. O próximo prefeito vai pegar um filé. Ruim foi quando eu peguei”, disse.
Fonte: Joel Elias
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