Sexta-feira, 26 de julho de 2013 - 00h07
O secretário municipal de Saúde, José Macário, anunciou ontem, quinta-feira, 25, durante coletiva no Palácio Tancredo Neves, sede do Executivo, que a Prefeitura de Porto Velho aderiu ao programa “Mais Médicos”, do governo federal, com o objetivo de conseguir suprir a carência de profissionais no setor. José Macário revelou que o mínimo necessário para que a prefeitura possa melhorar o atendimento, principalmente nos distritos e outras áreas é de 60 médicos e que o prefeito Mauro Nazif não tem medido esforços para resolver o problema. “O prefeito sabe que a falta de médicos, que afeta não só Porto Velho, mas todos os municípios do país, atinge diretamente a população que é quem acaba sofrendo com essa deficiência. E a prefeitura tem se empenhado em garantir o atendimento na zona rural, que ainda é deficitário. Temos vários postos inaugurados que não tem profissionais”, revelou.
Atualmente, a zona rural é atendida pelas equipes do Programa Saúde da Família (PSF) que estão disponíveis de quinta a sábado para esse atendimento específico na zona rural. Atualmente, a prefeitura conta com cerca de 70 equipes do Programa Saúde da Família para levar essa assistência ao interior.
Com relação a quantidade de profissionais médicos no quadro de servidores do município, o número hoje é de cerca de 280 que estão distribuídos nas unidades básicas de saúde, na duas Unidades de Pronto Atendimento (Upas 24 Horas). Os profissionais interessados nas bolsas de R$ 10 mil para atuar no interior do país e em periferias de grandes centros urbanos podem registrar a inscrição por meio do site do Ministério da Saúde.
O ministério informou que a página de inscrições apresentou lentidão na manhã e pode voltar a apresentar ao longo do dia devido ao volume de acessos, mas assegurou que o site não saiu do ar. Nesta quinta também se encerra o prazo para que municípios interessados em receber os profissionais registrem o pedido.
Segundo o ministério, até 20h da última quarta (24), 3.011 municípios já haviam se habilitado para receber os médicos que serão contratados pelo governo federal, entre eles, Porto Velho. Lançado em 8 de julho pela presidente Dilma Rousseff, a iniciativa tem sido alvo de críticas de entidades médicas do país, que reclamam sobre a possibilidade de contratação de profissionais estrangeiros que não tenham revalidado o diploma de Medicina no Brasil.
A previsão do Executivo federal é de abrir 10 mil postos de trabalho para médicos em regiões carentes do país. De acordo com as regras do Mais Médicos, se não houver número suficiente de médicos brasileiros interessados nas vagas, o governo poderá contratar profissionais de outros países mesmo sem a revalidação do diploma, desde que eles sejam aprovados em um período de avaliação e treinamento em universidades brasileiras.
Fonte: Joel Elias
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