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Política

Processo eleitoral do STICCERO será submetido à Justiça e ao MPT



Em uma assembléia histórica, realizada neste domingo (31/01) no Clube Ipiranga, na Capital, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (STICCERO), com a participação de mais de duzentos trabalhadores, definiu regras para democratizar o processo eleitoral e elegeu a Comissão Eleitoral da entidade. A democratização do processo eleitoral no Sticcero se dá em cumprimento às determinações da 8ª Vara da Justiça do Trabalho, nos autos do processo 00127.2009.008.14.00-0, ingressado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). 

Ao definir as regras do processo eleitoral os trabalhadores rejeitaram, com cerca de 90% dos votos, uma proposta de regimento eleitoral que não estabelecia datas para a realização das eleições, e aprovaram, de forma praticamente unânime, a proposta defendida pela oposição sindical, que vem atuando há mais de um ano e foi responsável pela expulsão do grupo que controlava o STICCERO até o início do ano passado. 

A proposta defendida pela oposição sindical e aprovada pela maioria absoluta da categoria na assembléia consiste no seguinte: publicação do edital de convocação das eleições do STICCERO na próxima sexta-feira (05/02); prazo de dez dias para inscrição de chapas; data da votação nos dias 8, 9 e 10 de março próximo; o quórum de validação da eleição será o dos filiados aptos que comparecerem para votar; e o direito de voto dos trabalhadores que se filiaram até a data desta assembléia. 

Na eleição da Comissão Eleitoral do STICCERO, composta de três titulares e dois suplentes, houve acordo quanto aos nomes apresentados e foram eleitos: Anderson Machado, administrador judicial do STICCERO; Ângela Abreu, presidente do SINTELPES (limpeza conservação); Edilson da Silva, secretário geral do SITETUPERON (motoristas e cobradores); Athenis Lucena, diretora do SINTELPES, e Luiz Pires, da FETAGRO (rurais). 

Foi decidido, ainda, que todas as deliberações aprovadas na assembléia serão submetidas à Justiça e ao Ministério Público do Trabalho, considerando que o STICCERO encontra-se sobre intervenção de um administrador provisório nomeado pela 8ª Vara do Trabalho. Para Raimundo Soares, o Toco, “o resultado da assembléia é uma vitória daqueles que queriam o retorno do Sindicato para o controle da própria categoria, no prazo mais rápido possível”.

Fonte: CUT-RO.

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