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SINFAR contesta a informação das farmácias


O Sindicato dos Farmacêuticos de Rondônia (SINFAR) contesta com veemência a afirmação do SINFARMACIA - Sindicato das Empresas de Farmácias e Drogarias do Estado de Rondônia de que os estabelecimentos não vão funcionar aos domingos e feriados por não terem como cumprirem a exigência da Lei 5991/73 que exige a permanência de farmacêuticos durante todo o funcionamento; pois não haveria “profissionais suficientes para contratação”. Segundo informações, as farmácias decidiram em assembléia realizada no último dia 16 na Capital pelo não funcionamento.

O SINFAR informa que não faltam farmacêuticos em Rondônia, mas disposição dos proprietários de farmácias de pagar salários condizentes com a jornada de trabalho. Foi o que disse o presidente do Sindicato, Antônio de Paula Freitas, em resposta à informação SINFARMACIA. “É bom que fique claro, o farmacêutico contratado para trabalhar oito horas diárias, com intervalo de duas para descanso, pode trabalhar até duas horas extras, por dia, com o mesmo empregador.

Também é opcional para o empregado trabalhar aos sábados, domingos e feriados, se houver acordo entre o empregador e o sindicato. “Existem profissionais suficientes no Estado para atender à demanda, mas falta valorização por parte dos empresários”, afirma o sindicalista. O Sindicato denúncia que os proprietários não querem pagar o piso salarial orientado pelo Conselho Regional de Farmácia.

O SINFAR estará encaminhando documento às autoridades, em especial ao Ministério Público, alertando que o fechamento das farmácias aos domingos e feriados, no entendimento da entidade, é uma estratégia para se tentar conseguir mantê-las abertas com atendimento feito apenas por balconistas, sem formação específica para orientar a população sobre o uso correto do medicamento, para a eficácia do tratamento; situação que colocaria em risco a saúde da população com o uso indiscriminado de medicamentos, pois só o farmacêutico pode garantir o atendimento correto.

O SINFAR parabeniza a fiscalização do Conselho Regional de Farmácia (CRF), exigida também pelo Ministério Público do Estado de Rondônia, que fortalece e valoriza o profissional farmacêutico-bioquímico e é uma garantia à saúde pública e o bem-estar da população, garantindo à sociedade serviços farmacêuticos com a venda e orientação sobre os medicamentos. "Não se trata de ação contra as empresas, mas de garantir à população de Rondônia o auxílio do profissional farmacêutico durante o funcionamento das farmácias", concluiu Antônio de Paula Freitas.

Fonte: CUT
 

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