Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 - 09h39
A Comissão Eleitoral responsável por coordenar o processo eleitoral do Sinsepol nas eleições 2010, decidiu no final da tarde de ontem por anular o processo de votação ocorrido no dia 29.01.2010.
Segundo informações passadas pelo presidente da comissão, EVALDO OLIVEIRA, a decisão foi em razão dos incidentes ocorridos no dia da votação, que representaram no entendimento da comissão infrigência às regras contidas no edital de convocação e regimento eleitoral. Dentre os fatos que motivaram a decisão, destacou-se a reclamação de grande numero de sindicalizados que não puderam exercer o direito de voto por não terem seus nomes no Caderno de Eleitores, situação ocorrida nas seções de votação na capital e Ariquemes. Esse caderno é composto da lista de sindicalizados fornecida pela Diretoria do Sinsepol à Comissão Eleitoral, porém, grande numero de sindicalizados, em sua maioria aposentados, não estavam constando na lista, gerando um desconforto muito grande no dia do pleito. A Comissão aguarda uma manifestação da diretoria do Sinsepol do porque da ausência desses sindicalizados que normalmente deveriam constar da relação repassada à comissão.
A Comissão ao julgar os recursos apresentados por três das seis chapas que concorrerem ao pleito, onde requereram providências ou até mesmo anulação das votações em razão dos incidentes, levou em consideração o cerceamento ao direito de voto e o constrangimento suportado por quem estava apto a exercê-lo, bem como o numero de filiados impedidos de votar, cujas conseqüências afetaram substancialmente o processo de votação do dia 29.01.2010, importando assim por invalidá-lo. Nova data para votação será marcada hoje numa reunião entre a comissão e os representantes das chapas.
Essa decisão foi tomada soberanamente pela Comissão Eleitoral, que vem atuando durante todo o processo com imparcialidade e com a autonomia que lhe fora outorgada pela Assembléia Geral da categoria, com isso estamos convictos de que os próprios filiados do Sinsepol jamais pactuariam com um processo eleitoral viciado, que colocasse em dúvida a sua legitimidade na eleição da nova diretoria da entidade, relatou o Presidente da Comissão.
Fonte: Lenilson Guedes
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