Quarta-feira, 8 de maio de 2013 - 12h19
Na noite desta segunda-feira (07), segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários (SINGEPERON), a Secretária de Segurança Pública determinou a ocupação dos presídios pela Polícia Militar (PM) e, praticamente, expulsou todos os agentes que trabalhavam nos presídios, incluindo as direções das unidades prisionais. Com isso, nesta terça-feira (08), todos os 1.100 agente penitenciários da Capital foram colocados compulsoriamente em greve, descumprindo o limite de 70% estabelecido pela Justiça; sendo que no Interior a situação seria a mesma.
A medida despropositada e sem justificativa plausível, da Secretária de Segurança, representa um risco enorme para toda a sociedade na medida em que os 1.100 agentes penitenciários estão sendo substituídos por policiais militares, que deixarão de atuar no policiamento ostensivo; agravando ainda mais a problemática situação da segurança pública, não só em Porto Velho, como em todo o Estado. A Justiça já tinha determinado que pelo menos 70% dos agentes trabalhassem, justamente para garantir um patamar mínimo de segurança.
Outro alerta que o SINGEPERON faz é sobre o risco iminente de rebeliões e até mesmo de novos , como já ocorrido no Urso Branco no passado. O motivo é que os policiais são preparados para o policiamento ostensivo e não para a guarda de presos, que exige um treinamento e experiências específicas; além disso, há uma animosidade natural entre presos e policiais, sendo que a simples presença de militares nas unidades prisionais já causa tensões e atritos. Outro fato grave denunciado pelo Sindicato é que as celas e alas do Urso branco estão sendo todas interligadas aumentando o risco de uma nova tragédia.
Diante da radicalização do governo que, aparentemente, aposta no confronto em vez de dialogar com a categoria em greve, os agentes penitenciários planejam novas mobilizações, manifestações e estratégias para sensibilizar o governador; além disso vai notificar o Tribunal de Justiça, a Comissão de Direitos Humanos da OAB e a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese da Capital; bem como, divulgar para população a gravidade dessa medida da Secretária de Segurança Pública, que causará um aumento da violência na cidade e risco de massacres de presos.
Fonte: CUT
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