Terça-feira, 13 de abril de 2010 - 11h40
A 28ª Campanha de Vacinação contra febre aftosa começa oficialmente nesta quinta-feira (15), em todo o estado, com o apoio do Fundo Emergencial da Febre Aftosa (FEFA/RO) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Os pecuaristas devem imunizar os bovinos e bubalinos de 0 a 24 meses até 15 de maio. “Diante das atividades realizadas pelo órgão, o Ministério da Agricultura nos autorizou a fazer esta etapa diferenciada, com a vacinação dos animais até dois anos de idade. Agora, na próxima fase, entre os meses de outubro e novembro, todos os bovinos e bubalinos devem ser protegidos contra a aftosa”, disse Ari Alves, presidente em exercício da Idaron.
Segundo ele, o período que os pecuaristas têm para fazer a declaração da vacina é até o dia 21 de maio e quem não fizer a comunicação no prazo determinado será multado. “A declaração será recebida nas 90 unidades da Agência e os funcionários são suficientes para atender os 85 mil produtores de Rondônia”, confirma Ari Alves.
De acordo com a Agência Idaron, para alertar ainda mais o produtor da necessidade da imunização, o Governo do Estado vai veicular peças publicitárias em emissoras de rádio, televisão e jornais.
Expectativa
Ari Alves afirma que essa campanha diferenciada de vacinação caminha para ser altamente positiva. “Quando há a vacinação dos animais de todas as idades conseguimos imunizar 100% do rebanho. Agora, que só precisamos vacinar os bovinos e bubalinos até 24 meses, acredito que o trabalho vai ser mais fácil para todos e a meta será atingida”, destaca ele.
Já o diretor técnico da Idaron, o veterinário Leandro dos Santos, ressaltou a importância da manutenção de 100% da zona livre com a vacinação a cada campanha. “É muito importante a necessidade de manter o status de livre da febre aftosa para garantir a comercialização dos produtos de origem animal do estado. Tenho certeza que os pecuaristas vão nos ajudar a fazer de Rondônia o segundo estado brasileiro a ficar livre da febre aftosa sem vacinação. A maior prova disso foram são 11 anos sem nenhuma notificação da doença em Rondônia”, diz ele.
Multa
O produtor rural que eventualmente deixar de vacinar o gado até o prazo exigido pela Idaron será notificado, a propriedade será interditada, e, num prazo de 72 horas deverá fazer a imunização do rebanho. A multa para cada cabeça de gado não protegida é de 2,5 UPFs. Segundo Leandro dos Santos, o UPF equivale a R$ 40,12, ou seja, a multa chega a 100 reais por animal não protegido.
Fonte: Decom
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