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Jovem com síndrome de Down realiza sonho de se tornar policial por um dia no TRT-14

Iniciativa do Tribunal e da Polícia Judicial, com apoio do CNJ, promove inclusão social e celebra a vida.


Jovem com síndrome de Down realiza sonho de se tornar policial por um dia no TRT-14 - Gente de Opinião

Daniel Nunes da Silva, jovem com síndrome de Down, realizou o sonho de ser policial por um dia. Funcionário terceirizado do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO/AC), onde trabalha como servente de limpeza, Daniel participou de uma ação inclusiva promovida pela Polícia Judicial do TRT-14, com autorização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A iniciativa ocorreu durante uma festa surpresa de aniversário de 20 anos de Daniel (21 de fevereiro). Ele recebeu um uniforme completo da Polícia Judicial e um passeio na viatura. Sua mãe, Fátima, emocionada, relembrou os desafios desde o nascimento do filho e agradeceu o apoio do TRT-14.

“Quando o Daniel era bebê, eu praticamente morava dentro do hospital, não tinha ninguém para dar apoio. Hoje ver ele trabalhando no Tribunal, e agora realizando o sonho de ser polícia judicial, eu só tenho que agradecer a Deus e aos amigos do TRT-14 que fazem tudo por ele".

O presidente do TRT-14, desembargador Ilson Alves Pequeno Junior, participou da festa. Ele parabenizou Daniel e expressou a esperança de que, futuramente, ele possa realizar seu sonho de ser policial oficial.

"Daniel é uma pessoa muito querida por todos, e estamos aqui para celebrar, junto com a família dele, esse momento importante em sua vida. Que ele possa estar cada dia mais firme e forte, e quem sabe, no futuro, possa se tornar um policial oficial, como tanto deseja", declarou o presidente.

Além da festa, Daniel acompanhou os policiais em uma ronda, recebeu orientações dos agentes e até acionou a sirene da viatura.
 
A utilização especial do uniforme da Polícia Judicial foi autorizada pelo CNJ. Fábio de Carvalho R. Paraguassu, diretor substituto do Departamento Nacional da Polícia Judicial do CNJ, explicou que a ação se alinha às normas de acessibilidade, inclusão e defesa de direitos fundamentais do Poder Judiciário.

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