Segunda-feira, 3 de dezembro de 2018 - 11h44
O Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas
do Brasil – Dados 2017, publicação do Conselho Indigenista
Missionário (Cimi) foi lançado na última sexta-feira (30), no Centro de
Pastoral, em Porto Velho.
O Cimi divulgou a publicação oficial no mês de setembro, mas este
encontro para um lançamento oficial reúne diversas lideranças dos povos
indígenas para observar os dados dentro da realidade do Estado.
Na ocasião estavam presentes os povos: Karipuna, Guarasugwe,
Manaidê, Aikanã, Kwaza, Purubora, Cujubim, Sakirabiat, Tenharim, Diarroy, Oro
não, Cassupá, Oro eu, Oro At, Printitim, Migueleno, Tupari, Oron mon,
Karitiana, Arara, Oro eu wau wau, Oro waran, Manduca; representantes do
Ministério Público Federal de Porto Velho, missionários do Cimi e o presidente
nacional do Cimi, dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho.
Publicado anualmente, o relatório é o principal instrumento de
denúncia do Cimi, tanto no Brasil como no exterior, sobre a perversa realidade
vivida diariamente por estes povos no país. A publicação relata dados sobre
diferentes aspectos de violências e violações de direitos praticadas, tanto
físicas, como assassinatos, ameaça de morte, homicídio culposo e violência
sexual, como simbólicas, que são os casos de racismo, discriminação e abuso de
poder.
Durante a apresentação, alguns dados da apresentação foram
destacados, como os casos de invasões, assassinatos, tentativas de assassinatos
e especialmente de omissão do poder público que tem destaque no estado de
Rondônia.
Dom Roque Paloschi, em sua fala agradece aos povos indígenas por
serem ousados, serem resistentes e manterem o cuidado com a nossa casa comum.
Confira aqui a publicação do relatório.
Fonte: PASCOM
Arquidiocese de Porto Velho
Novo clipe das Cunhãs – Meninas da Amazônia alcança 10 mil views em um dia
Lançado no domingo, 16, o segundo videoclipe superou as expectativas das Cunhãs – Meninas da Amazônia e da Produtora Onda, que fez as gravações em a
Sustentabilidade no carnaval: Ecoporé e bloco Pirarucu do Madeira firmam parceria
Neste carnaval, a Ecoporé uniu-se ao bloco Pirarucu do Madeira para lançarem a campanha “para cada folião, uma muda plantada”, com a finalidade de b
Bloco Pirarucu do Madeira faz campanha contra assédio no carnaval e por respeito à diversidade
Com 32 anos de fundação e como Patrimônio Cultural Imaterial de Porto Velho, o bloco é conhecido como o mais democrático.Isso se dá ao formato do seu
Pirarucu do Madeira abre seu carnaval na Feijoada com folia
Aos 32 anos o bloco que é Patrimônio Cultural de natureza Imaterial da capital, se prepara para mais um carnaval.Serão vários eventos pré-carnavalesc