Sexta-feira, 6 de outubro de 2017 - 17h55
No 247, por Alex Solnik – Uma exposição de arte erótica chamada Queermuseu foi fechada no Rio Grande do Sul devido a protestos de entidades obscurantistas. É censura.
Outra exposição, em São Paulo está sob investigação desde que o artista, um homem nu, interagiu com uma menina acompanhada pela mãe que tocou no seu tornozelo. É censura.
O prefeito de São Paulo, cuja mulher é dona de galeria de arte disse a respeito que “tudo tem limite”. É censura.
O prefeito do Rio proibiu na sua cidade a exposição antes proibida no Sul. É censura.
De dois dias para cá, e às vésperas da votação da segunda denúncia contra Temer, o SBT demitiu Kennedy Alencar e a Record News fez igual com Ricardo Kotscho e Nirlando Beirão usando o mesmo argumento: nossa filosofia agora é dar notícias, não queremos comentários ou entrevistas em nossos telejornais. É censura.
O ministro da Cultura quer proibir referências religiosas e eróticas em filmes submetidos à Lei Rouanet – que é o único mecanismo de financiamento do cinema brasileiro. É censura.
O Congresso aprovou mecanismo que permite a candidatos suspender textos na internet sem autorização judicial. É censura.
Esses atos agridem dois dispositivos do artigo 5º. da constituição de 88:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
De censura em censura cairemos numa ditadura.
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