Segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 - 19h19
Luiz Antonio Simas
Me perguntam por aqui o que acho de festejar réveillon no meio de um momento difícil. Eu não acho nada.
Não vou cagar regra; apenas festejar o Ano Bom como sempre faço (e gosto). Meus avós tiveram a sabedoria de me ensinar o seguinte: a gente não faz festa porque a vida é fácil. A gente faz festa exatamente pela razão contrária.
A cultura do samba veio desse aparente paradoxo. Não se samba porque a vida é mole. Se samba porque a vida é dura. O sentido das celebrações, ao menos para mim, é esse. Festa e fresta são quase a mesma coisa e não concebo uma sem a outra. Noves fora, não tenho mais idade para ser fiscal da celebração alheia e nem dou trela para quem se arrogue de fiscal da minha. No mais, o que espanta miséria é festa, como dizia Beto Sem Braço. Depois do terceiro traçado, na hora do sufoco, sonrisal vira champanhe e tá tudo certo.
Novo clipe das Cunhãs – Meninas da Amazônia alcança 10 mil views em um dia
Lançado no domingo, 16, o segundo videoclipe superou as expectativas das Cunhãs – Meninas da Amazônia e da Produtora Onda, que fez as gravações em a
Sustentabilidade no carnaval: Ecoporé e bloco Pirarucu do Madeira firmam parceria
Neste carnaval, a Ecoporé uniu-se ao bloco Pirarucu do Madeira para lançarem a campanha “para cada folião, uma muda plantada”, com a finalidade de b
Bloco Pirarucu do Madeira faz campanha contra assédio no carnaval e por respeito à diversidade
Com 32 anos de fundação e como Patrimônio Cultural Imaterial de Porto Velho, o bloco é conhecido como o mais democrático.Isso se dá ao formato do seu
Pirarucu do Madeira abre seu carnaval na Feijoada com folia
Aos 32 anos o bloco que é Patrimônio Cultural de natureza Imaterial da capital, se prepara para mais um carnaval.Serão vários eventos pré-carnavalesc