Sábado, 12 de junho de 2010 - 19h07
Ao final leia a coluna Olá doutor!, que fala de campanhas
INCENTIVO
Enquanto produtores culturais vivem à míngua, quanto é que estão investindo em exposições e feiras organizadas por entidades particulares cuja finalidade clara é o lucro?
SUMIDOS
Não ouvi falar de qualquer pronunciamento de entidades do peso de uma WWF ou Grenpace, que dizem defender o meio ambiente, na questão do vazamento do petróleo que está poluindo uma parcela considerável do Oceano Atlântico. Interessante porque, se fosse um agricultor por aqui na Amazônia aí o inferno teria desabado. Agora, como a responsabilidade é de uma gigante do petróleo, pelo visto deu um chá de mudismo nos ecologistas – que alguns chama de ecoidiotas.
LIVRO
A professora Sandra Castiel, membro da Academia de Letras de Rondônia, deve lançar ainda no atual trimestre o livro TV Cultura de Porto Velho, Canal 11, contando com detalhes como foi estruturada a primeira emissora de televisão em Rondônia, e, também, ações desenvolvidas pelo governador Marques Henriques, responsável pela implantação.
TRÂNSITO
A falta de sinalização, a inexistência de fiscalização contínua e o desregramento do trânsito em Porto Velho é uma realidade que só não enxerga quem não quer. O Ministério Público bem que poderia pressionar a prefeitura para cumprir sua parte no caso. Se alguém quiser encontrar responsáveis por muitos acidentes no trânsito porto-velhense bem que pode apontar como tais aqueles que têm a obrigação de cumprir a lei nessa questão e não o fazem.
TRANSPOSIÇÃO
Não estou torcendo contra, mas tenho ouvido de algumas pessoas que essa tal transposição não será assinada. Usada, nitidamente, como moeda eleitoral, a dita cuja corre o sério risco de ficar para a próxima eleição. No caso os sindicalistas podem até terem de pagar um preço alto.
TEMOR
Ouvi em alguns segmentos que há temor de parte da pretensa candidatura de Cassol ao Senado, com relação ao peso que o funcionalismo terá na questão. Se valerem os exemplos anteriores, então a coisa pode pegar. Será a hora da vingança.
INFLAÇÃO
Talvez pelo fato de não ser economista eu não entenda como a inflação pode ser citada como baixa, pelo menos cá entre nós na capital da ex-Província Estanífera de Rondônia. Viram a quantas foi o litro do leite empacotado? E o dourado, peixe nosso, a 20 reais o quilo? Outro dia um amigo meu dizia que era bom o incentivo à redução de IPI de carros e da chamada linha branca (geladeiras, máquinas de lavar, etc). E reclamou quando eu disse que deveriam baixar era o imposto de produtos essenciais como a comida e os medicamentos.
Olá doutor!
Campanhas
Não doutor, nada de campanhas políticas, até porque já me aposentei delas há 12 anos. As campanhas que trato aqui são outras. Por exemplo, doutor, por que o governo e a prefeitura não realizam uma campanha pesada nesse período de festa junina misturada com Copa do Mundo, onde, certamente, a bebida vai rolar solta, e, por consequência, também a violência e o abuso na direção de veículos, com seus trágicos e já conhecidos resultados?
Já viu, doutor, por exemplo, aquela página inteira todos os dias nos jornais, dizendo que os deputados economizaram para o Estado? Se ao invés de repetirem aquilo eles colocassem uma campanha da própria Assembléia visando reduzir a violência, não seria melhor? Afinal, doutor, a grana que eles pagam, é nossa, sai do nosso bolso. OU o senhor acredita que os deputados economizaram? Quem paga a cotna somos nós, doutor!
Por que, doutor, a prefeitura e o governo do Estado não realizam campanhas de educação no trânsito; por que não colocam fiscalização, por exemplo, doutor, ali na chamada calçada da fama, onde é comum encherem a cara e depois saírem dali dirigindo veículos, sem qualquer ato de fiscalização? Ora, doutor, o senhor viu uma ou duas vezes? Eu também. Mas nada para inibir, porque o senhor sabe como é, sem sequência, e fica por isso mesmo.
OU o senhor pensa que aquela multidão que vai ao parque de exposição também não enche a lata? Claro, doutor, poucos vão lá e voltam com capacidade de encarar um bafômetro.
Doutor, que tal fazer uma campanha (e aí colocando gente nas ruas) para inibir a criminalidade? Agora, doutor, quando acontece algo envolvendo um figurão, de maneira direta ou indireta, aí, doutor, rápido os mecanismos são acionados. Passou a onda, o contribuinte que se dane.
E a barafunda é alimentada pela própria autoridade. Veja, doutor, a confusão na avenida Farqhuar, sentido bairro/centro: nas proximidades do colégio Duque de Caxias, num poste está escrito que a velocidade permitida é de 30 KM/hora. A seguir, outra placa, dizendo que pode ser 50 KM/hora. Como, doutor, o senhor também não viu? Pois é, eu e muita gente já vimos.
O que está faltando nessa gente, doutor, sinceramente, é vontade de fazer. Dinheiro, pelo visto, eles têm, até para anunciar que estão com uma mega campanha de asfaltamento, campanha assinada pelo DER. Divida, doutor, a quilometragem prevista pelo número de beneficiários e vai ver que a coisa não é tão mega assim.
Aliás, como a maioria das campanhas publicitárias oficiais. Como dizam antigamente, é para inglês ver.
Inté outro dia, Doutor, se Deus quiser!
Lúcio Albuquerque
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