Sexta-feira, 17 de novembro de 2017 - 15h46

O Barão do Rio Branco e dignatários brasileiros
e bolivianos durante a discussão do Tratado
Lúcio Albuquerque, repórter
Há alguns anos eu participava de uma reunião no Mercado Cultural e, como a questão em pauta fosse História Regional e vários dos participantes eram pessoas que trafegam na historiografia local, questionei sobre uma data pouco lembrada mas que pode ser indicada como o nascedouro do que hoje é Rondônia. Como era dia 17 de novembro, acresci que informassem que fata histórico para o país acontecera e que representara tanto para nós.
Depois de vários dizerem que não lembravam ou desconheciam, citei: "É o Dia do Tratado de Petrópolis", aquele que em 1903 permitiu ao Brasil se assenhorar oficialmente das terras do Acre e, dentre outras compensações, nosso país se obrigou a construir uma ferrovia - daí para a frente qualquer pessoa que sabe do assunto conhece o que aconteceu.
Tenho escrito várias vezes que, lamentavelmente, somos um "povo sem memória", onde datas importantes ou fatos importantes vão sendo relegados ao esquecimento, ao contrário do que acontecer em outras regiões do país.
Nem nos escudarmos sob a alegação, como fez um ex-governador quando chamado para falar sobre a figura de Aluísio Ferreira no centenário do nascimento dele, alegou não poder fazer porque, quando chegou a Rondônia Aluísio já havia morrido.
E não se pode justificar isso alegando o tradicional de que "os gestores de Educação e Cultura" não são daqui, porque isso não seria desculpa, ainda mais porque temos tido muitos gestores dessas duas áreas que não dão atenção para fatos e datas como tais.
Num Estado que tem um governador citado como intelectual, escritor com vários livros publicados, é interessante observar que esses fatos, e justamente o que deu origem ao que hoje é o Estado, continuem relegados, cada vez mais, ao esquecimento, como qualquer outro dia sem qualquer importância no calendário anual.
Até quando?
Inté outro dia, se Deus quiser!
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