Sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021 - 18h25
Acabou o campeonato brasileiro
com o Flamengo, na última rodada, se sagrando campeão. Mereceu o título? Há os
que vão dizer que não, porém, a verdade é que mereceu sim. Não foi o Flamengo
do ano passado que fez 90 pontos ficando, com muita folga, na frente do segundo
colocado porque, é forçoso dizer, não contou com duas coisas fundamentais: 1)
um elenco melhor e 2) o apoio da torcida. O que não se conta da grande
diferença em relação ao ano passado é que Jorge Jesus teve o apoio da torcida
do Flamengo no Maracanã e fora dele. E isto faz sim muita diferença. Também
saíram peças fundamentais do time Pablo Mari e Rafinha fizeram uma falta enorme.
No gol também a falta da presença de Diego Alves, peça fundamental no ano
passado, foi sentida e muitos dos jogadores, que foram estrelas de 2019,
estiveram bem abaixo do seu potencial por problemas, entre os quais contusões.
Este campeonato caiu no colo do Flamengo num final cinematográfico. Rogério
Ceni, um ícone do São Paulo, precisava ganhar de seu time de carreira e do
coração para ser campeão. E perdeu, mas, ganhou o campeonato. Foi, de fato, um
filme de final infeliz que, contra a vontade do diretor e do roteirista, na
última hora, para ter bilheteria, o dono dos estúdios transformou num final
feliz. Estava, porém, escrito nas profecias perdidas de Nostradamus que seria
assim sofrido, suado, penoso até o último minuto. Ceni veio para o Flamengo
como uma solução barata e salvadora. E se diz que é teimoso e turrão. Deve-se
dizer também que tem muita sorte, o que é essencial para obter grandes
vitórias. Ao contrário de Jesus ele não teve como contratar ninguém. Não
conseguiu fazer o que fez no Fortaleza, por exemplo, que montou um time do seu
jeito. Mas, não se pode negar, que, apesar dos tropeços, montou um time que
joga para a frente e é competitivo. Reclamam que ele quer ensinar os jogadores
a chutar, mas, desde Zico não se sabe mais mesmo chutar direito. Ceni fez o
melhor que podia com um time ao qual faltam peças essenciais. E num campeonato
muito mais difícil. Seja pela pandemia, seja pela falta das torcidas, seja por
todos os times estarem num nível muito próximo, seja porque este campeonato não
teve um time que fosse regular. O Internacional andou perto, mas, faltava ao
time de Abel o poder de decisão que o Flamengo tem. O Flamengo teve um saldo de
gols menor que o Internacional, mas, teve um ataque mais positivo e uma vitória
e uma derrota a mais. Um ponto de diferença e se fosse igual a vitória valeria
mais. Se o Inter teve conjunto por mais tempo faltaarm gols essenciais na reta
final. Quem poderia merecer mais do que o Flamengo? Não o Atlético Mineiro,
muito irregular também, nem o São Paulo, que, em certo momento, parecia o
campeão. Faltou, porém, ao time de Diniz o que Ceni conseguiu: fazer o time
atacar com uma defesa forte. O Palmeiras, que teve quase a defesa menos vazada
(37), um a menos que o grande destaque como difícil de levar gols, o Atlético
Paranaense, também se caracterizou por uma temporada muito irregular por circunstâncias
que não cabe discutir. Há a questão do VAR muitos alegarão. Melhor dizer: vá
tomar banho. O problema é que complicaram as regras e os juízes são fracos.
Erraram para todos os lados. Mesmo assim foi um grande campeonato. E o Flamengo
foi campeão, com todos os méritos, quando derrotou o Internacional.
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