Segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 - 16h23
Diz um ditado popular que o que engorda o gado é o olho do dono. Isto, claro, deve ser interpretado como presença do “dono”. É a presença do governador Confúcio Moura que “engordará” de eficiência e agilidade as ações de seu governo.
Um exemplo mais marcante que tivemos de um governador presente é o de Jorge Teixeira. Ele cruzava os céus de Rondônia visitando, com agilidade e objetividade, todos os recantos do Estado. Como quem busca a onipresença.
A presença de quem decide e manda é fundamental para que os fatos aconteçam conforme o ordenado. Ordens dadas pessoalmente por quem detém o poder de mando são sempre mais eficazes do que as dadas por intermediários, subalternos.
O governador, assim como seus demais assessores diretos precisam estar onde os fatos acontecem, onde o povo está. Vezes para dizer o que fazer, como fazer, ou para corrigir eventuais falhas. Mas também para fiscalizar o que está acontecendo, observar seu andamento cronológico e antever se a meta será cumprida no tempo certo.
Há um porém: governo para ser presente precisa ter coragem de enfrentar os problemas cara a cara. Inclusive ser questionado e criticado pela população quando as coisas não andarem como deveriam. Por isto um governo que se pretenda presente deve fazê-lo desde os primeiros momentos de sua gestão quando ainda não tem obrigação de justificar o que não foi feito ou foi mal feito – a culpa ainda é daqueles que o antecederam. Quanto mais o tempo passar, aumenta a obrigação de dar mais respostas que fazer promessas.
Governo presente é governo que busca fazer acontecer no tempo certo. Quando a presença é a do próprio governador, certamente que o resultado será melhor e mais rápido. É este o tipo de governo que todos queremos. Governador presente. Certamente que Confúcio Moura, que é um pragmático confesso e disse em seu discurso de posse (e em outras ocasiões) que o seu governo tem pressa, não será um governador de gabinete, e sim um governador presente. Presente onde os problemas estão, presente onde precisa estar. Porque os problemas são muitos e Rondônia tem pressa. E quer solução.
Fonte: Viriato Moura - viriatomoura@globo.com
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