Terça-feira, 30 de novembro de 2021 - 09h40
Preocupados com as estatísticas apresentadas pelo
Governo em relação aos casos da variante Delta da Covid-19 no Estado, as
entidades do setor produtivo se reuniram, na tarde da sexta-feira (27) no
auditório da Fecomércio/RO, para discutir a questão. Foi apenas um
primeiro alinhamento de estratégias para o setor.
Estavam presentes representantes da Fecomércio - Federação do comércio de Bens, Serviços e Turismo, CDL câmara de dirigentes lojistas de Porto Velho, Facer - Federação das ações comerciais e empresariais de Rondônia, Acep. - Associação comercial e empresarial de Rondônia, IEARO - instituto de ação empresarial de Rondônia, Sindipeças e Sindilojas.
Neste primeiro momento o consenso foi reforçar a
conscientização para a importância de continuar seguindo à risca os protocolos
de segurança – álcool gel, máscara e distanciamento. Tanto um reforço aos
comerciantes, quanto colaboradores e população. Além é claro de estar em dia
com a vacinação contra Covid. Que tem se mostrado eficaz no combate a variante
Delta. Para o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac - Raniery Coelho, a
iniciativa desta primeira reunião é fortalecer a conscientização da população
para entender que a pandemia não acabou, e reforçar a importância de se manter
os protocolos de segurança. “Não podemos deixar de manter os cuidados, pois, o
vírus ainda está aí. E alerto e peço que a população mantenha os
procedimentos de saúde. É necessário que cada um faça sua parte”, declarou
Raniery. A presidente da CDL Joana Joanora também demostrou preocupação com os
novos casos decorrentes da variante Delta para que o comércio não precise mais
uma vez fechar as portas. “Vamos nos vacinar, vamos nos conscientizar que o
vírus não acabou e que precisamos trabalhar em vacinação para manter as
atividades econômicas evitando mais desemprego e pobreza”, afirmou Joanora.
Chico Holanda, presidente do IAERO - Instituto de
ação empresarial de Rondônia, também falou em conscientização para que esses
novos casos não impactem em mortes e prejuízos. “Se cada um puder tomar a
vacina, e conscientizar alguém da família que ainda não tomou poderemos superar
esta fase. Só assim poderemos ter um 2022 com menor propagação do Covid e
impactos na renda e na vida das pessoas”, desabafou Holanda.
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