Quarta-feira, 18 de janeiro de 2023 - 09h22
Como é de conhecimento geral, o mês de janeiro de 2023 foi marcado pela
tomada de posse do novo governo. Com a chegada, portanto, apresentou diversas
mudanças para os próximos meses e anos. Dentre essas mudanças, está o novo
programa denominado Litígio Zero, que funciona diretamente ligado à Receita
Federal, visando quitar as dívidas dos micros e pequenos empreendedores
brasileiros. Trata-se de uma nova versão do Refis (Programa de Recuperação
Fiscal), que tem como objetivo facilitar a questão das dívidas tributárias,
encontrando melhores formas de pagamento, onde os descontos poderão chegar até
100%. Há benefícios específicos para os diferentes públicos. Pessoas físicas,
micro e pequenas empresas com dívidas de até 60 salários-mínimos (R$ 78.120)
vão contar com desconto de até 50% sobre o valor do débito (tributo, juros e
multa). Empresas com dívidas acima de 60 salários-mínimos (acima de R$ 78.120)
terão desconto de até 100% sobre o valor de juros e multas e poderão utilizar
Prejuízo Fiscais (PF) e Base de Cálculo Negativa (BCN) de Contribuição Social
sobre o Lucro Líquido (CSLL) para abater as dívidas. O prazo de pagamento será
de até 12 meses.
Caminhoneiros tem até dia 31 de janeiro para aderir ao MEI
Você profissional que atua com transporte autônomo de cargas e com
transporte de pequenas cargas e entregas e que desejam entrar no sistema do
MEI Caminhoneiro podem fazer isso até o próximo dia 31 de janeiro de 2023.
Este prazo também é válido para os empresários individuais que querem fazer
parte deste sistema. Há uma série de opções que podem ser escolhidas no momento
do envio dos dados:
Qualquer caminhoneiro pode entrar no sistema do MEI Caminhoneiro desde
que se enquadre em uma das categorias citadas acima sendo a maior diferença
para o MEI Comum é o faturamento e os impostos. Para ser MEI, o empreendedor
deve faturar até R$ 81 mil/ano, e recolher 5% de INSS. Já o MEI Caminhoneiro
pode faturar até R$ 251,6 mil/ano.
MEI, gostaria de ver como está sua situação no INSS?
O Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta
própria e que se legaliza como pequeno empresário. Nessa condição deverá pagar
o INSS com base em uma alíquota reduzida a 5%. Essa possibilidade foi
implementada a partir da publicação da Le inº 12470/2011. Mas saiba que o
MEI pode tirar extrato do INSS pago mês a mês pelo site do INSS em tutorial que
ensina passo a passo, como emitir documento de modo fácil e rápido, e é Chamado
de “Extrato do INSS do MEI” e o consegue usando a Internet e seu
celular. O procedimento pode ser feito pelo site “Meu INSS”, a partir de
login com uma Conta Gov.br. Na plataforma, o cidadão tem acesso ao
relatório de recolhimento mensal, que é pago por meio do DAS e
garante direitos previdenciários, como aposentadoria, auxilio doença, auxilio
gestante. O site emite um documento com todos os meses pagos e ainda
possibilita fazer o download do extrato completo.
Que chique: agora as empreendedoras têm crédito só para elas (2)
Em nota publicada na Coluna Simpi na semana passada, noticiamos a
criação de linha de financiamento para mulheres empreendedoras pela Caixa
econômica Federal em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (Sebrae). Tendo em vista o grande número de pessoas que
procuraram sobre a notícia, fomos pesquisar e trazer mais informações.
Desde outubro as empreendedoras contam com ações de capacitação,
orientações para o desenvolvimento do próprio negócio e formalização como
microempreendedoras individuais (MEI), além de indicação de cursos e palestras
sobre empreendedorismo e o programa é aberto a qualquer mulher e de qualquer
área. Nesta ação, a Caixa espera conceder R$ 1 bilhão em crédito para mulheres.
Para a mulher que quer só começar e tem a vontade de fazer um curso para
começar uma atividade, existe uma capacitação gratuita. Quando concluir o
curso, ela vai acessar o crédito de R$ 1 mil. As mulheres empreendedoras e
as que desejam iniciar seu negócio, interessadas no programa deverão
procurar o Sebrae RO e pedir as informações sobre o funcionamento do sistema e
como participar pois o programa que está ativo e funcionando bem dizem os
técnicos da instituição.
Pesquisa Nacional Simpi/Datafolha: Pequenas empresas do
Centro-Oeste/Norte sofrem com alta dos custos de produção
Dentro de uma escala de 0 a 200 pontos, o Índice de Contratação e
Demissão das Micro e Pequenas empresas industriais, ficou positivo em 106 pontos,
com mais empresas contratando (19%) do que demitindo (13%). Os dados são da
pesquisa inédita Indicador Nacional da Micro e Pequena Indústria, realizada
pelo Datafolha a pedido do Sindicato da Micro e Pequena Indústria (SIMPI). Em
sua quarta edição, o Indicador entrevistou líderes nas quatro regiões do país e
em São Paulo, mapeando os principais aspectos dos micros e pequenos negócios
industriais. Em setembro/outubro, o índice era de 110 pontos, com 20% de
contratações e 10% de demissões. Na análise regional, o índice mais elevado
ficou com a região Centro-Oeste/Norte com 115, seguida da região Sudeste com
106 pontos, região Sul com 105 pontos e Nordeste com 102 pontos. São Paulo
aparece com 107 pontos. O saldo positivo de vagas nas regiões tem se mantido
desde a pesquisa anterior. Na pesquisa de setembro/outubro, o Centro-Oeste
aponta 112 pontos, Sul 111 pontos, Sudeste 109 pontos e Nordeste, 108 pontos.
São Paulo indicava 104 pontos. Quando comparamos o índice de Contratação e
Demissão entre micro e pequenas indústrias, as pequenas apresentam queda de 143
para 111 pontos, e nas micro houve estabilidade, em 106 pontos. O Índice de
Custos, que também varia de 0 a 200 pontos, manteve-se em patamar positivo,
acima de 100 pontos, com oscilação de 110 para 107 pontos. O resultado mostra
consolidação da queda de custos entre empresas da categoria: no bimestre
maio/junho, o índice era de 77 pontos, e no seguinte, julho/agosto, de 81
pontos. Quanto mais próximo de 200 pontos, melhor o cenário, ou seja, menor o percentual
de empresas atingidas por alta significativa dos custos de produção.
Regionalmente, a alta nos custos de produção ainda afeta a região Centro-Oeste/
Norte (95 pontos) e Nordeste (93 pontos). 46% dos entrevistados tiveram
altas significativas nos custos de produção, principalmente em matéria-prima e
insumos (30%) seguido de mão-de-obra e salários (11%) e transporte e logística
(5%). Nordeste (53%) e Centro-Oeste/Norte (52%) são as regiões brasileiras que
mais sentiram a alta dos custos de produção.
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