Segunda-feira, 28 de abril de 2025 - 14h33


Sem as bênçãos do falecido, a “Trupe Lulex do
Triplex” formatada para a ocasião com os 5 da foto acima e mais 13 – que
coincidência – voltou à Terra Brasilis. Na ausência as duas crises, “qué qui’eu
faço cá anistia” e “qué qui’eu faço pra salvar Frei Chico” do roubo dos
velhinhos do INSS, tiveram como refresco a esperteza da suprema citação do
Biroliro na UTI e a prisão do Collor às 4 da matina. Ações que serviriam como
cortina de fumaça para manter Sua Sumidade devidamente sumida do noticiário,
revelando que o nosso Brasil é grande, feliz e com motivos pra sorrir até em
enterro. Crise mesmo só com todos juntos em Brasília. Esperto, Sêo Lule levou os
cabeças do Congresso na coleira, pois a direita mal amada e sem votos quer mais
do que ele pode dar. Por isso Mr.Democracy põe curto. Pau na Débora, Collor,
Clezão e a direita quer anistia. Que é isso? Onde já se viu?
1.1- Uma coisa é uma coisa e a outra
coisa, você sabe

Estou quase me rendendo às narrativas. Caso por
exemplo do Collor. É corrupto, mamou e eu bobão antigamente, quando era
inocente puro e besta queria que ele fosse em cana. Mas o tempo me mostrou que
contra a força não há argumento e se houver não subsiste quando a grana chega e
compra tudo, inclusive mentes e criando narrativas inenarráveis, mas bem aceitas
por conta do encagaçamento, paranoia e medo. Claro que a prisão do Collor
estava na caderneta da padaria, mas é também um aviso aos navegantes. Sempre
disse que só temia ferrão de abelha e castigo divino, mas estou propenso a
fechar os olhos e nunca mais falar que aquela Lavajato do Lula, Dirceu, Pezão,
Cabral, Marcelo Odebrecht e Palocci além de tantos outros, é diversa da
Lavajato do Collor e até fico constrangido e na maior paúra em falar. Sei
porém, que estes nomes e outros que não cito por medo da cadeia pelo tal crime
(?) de opinião. Se pegaram o rico Collor, o que não farão comigo? Vou-me aos
pés e encho meus sapatos – que nojo! – só em pensar.
1.1-
Casa de caba

É de se esperar que o governo
mexa os seus pauzinhos – Elias Rezende está na área – e consiga diminuir a
fervura e a pressão, porém, tanto na área da educação quanto na saúde o agito é
grande. Na primeira testada do SIMERO com a área da saúde o governo recuou e
pediu tempo para rever a questão da OS. O diálogo é sempre o melhor caminho
para ajustar visões diversas e posições antagônicas. Já na educação a
presidente do sindicato mantém
o indicativo de greve para maio, ou seja, após o pagamento de
salários com restroativos. Sintero e Sindsaúde se resolverem apertar o governo
com pautas comuns vai ser sofrimento. Já se ouvem o barulho dos queixadas no
mato batendo os dentes. E isso é um sinal de perigo!
1.1-
O que é bom, dá duas vezes

Não jogo, mas gosto de histórias de cassinos, truco
e jogo do bicho. “O que é bom dá duas vezes” é a frase que o apontador usa incentivando
jogadores a repetir um número que já foi premiado. Na política o que é bom dá
duas vezes também. Ao ser impichada pelo Boca de Sovaco, Dilma foi condenada, mas
manteve sua elegibilidade. O mundo gira a patifaria avança, e o mandante da
morte da Mariele deputado Chiquinho Brasão está preso e a Mesa Diretora da
Câmara decidiu pela perda do seu mandato. Mas os patifes melhoraram seus
métodos e não foi preciso rasgar a constituição, só a ética que nunca foi uma
Brastemp. Brazão que deveria ser julgado pelo pleno foi degolado por excesso de
faltas e o fato de estar preso foi só um detalhe não observado. Com toda a
grana que ele possui continuará operando na direita, esquerda e centro após
“a$$ertos” com um $heriff. Atribuída a frase que jamais foi dita por de Gaulle
é verdade: “O Brasil não é um país sério”.
1.5- Será que a anistia ainda existe?

Existe algo no ar além dos aviões de carreira. Será
uma ré engatada pelo STF na viagem a Roma com Lule, Hugue e Columbe? O dono da
divina voz a que pôs na chinela o sertanejo Léo, assim falou indo à boca do
palco: “O Supremo aplicou a legislação editada pelo Congresso nos julgamentos
do 8 de janeiro. A solução para quem acha que as penas foram excessivas é uma
mudança na lei. Não acho que seja o caso de anistia, porque anistia significa
perdão. E o que aconteceu é imperdoável. Mas redimensionar a extensão das
penas, se o Congresso entender por bem, está dentro da sua competência”. Ora o
que pensaram os meus dois neurônios acordados em meio à forte larica depois de
terem usado bem mais que os 40 gramas permitidos? “Maninho, a anistia que já
estava no telhado junto com o gato suicida, acaba de receber um tubo de
oxigênio e se sarvou-se”. Talvez por isso “uómi” tenha saído de Roma bufando e rindo como se
tivesse ajojado o tema.
1.6- Último pingo

Que coisa... Sabe uma partida de futebol cumprindo
tabela que melhor seria perder por WO? Foi o STF no caso Collor. O escore já
era 6x0 e Gilmar travou. Aí depois de um gol d’água vazou. O caso fica na turma
e vai acabar hoje. Indo ao plenário iriam ver que Moro tem razão pois o caso é
idêntico ao do Lule. Melhor deixar com o Mr.Democracy até porque tem algo do
Biroliro no rolo. Que coisa...
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