Segunda-feira, 31 de março de 2025 - 12h50


Zé de Nana pintou aqui e disse: “Né só bala e faca
que mata não. Batom também mata nem que seja de raiva”, referindo-se a Débora, hoje
um dos nomes mais buscados no Google. Ao promover um batom a bala de revólver, AMoraes
atirou no pé e os estilhaços atingiram todo STF além da claudicante e
subserviente PGR. Mas não foi culpa do sniper brazuka, dono de invejável mira que
pegou todos os que estavam na P3P, praça dos três poderes para no 8/1, dia do
gópi e até quem estava longe. A culpa foi do Biroliro, seus filhos, do “povin
mizerávi” do agro, das milícias digitais da extrema direita e do gado que corre
de moto atrás do mito travando a democracinha. Mas o sniper não perdoa e procura
uma posição estratégica para anular Hugo Mota, Kassab e depois eliminar todos, um
por um. Vejam, os EUA valorizam o seu sniper num filme e nós aqui, como povin
sem cultura e sem vergonha que somos, queremos atrapalhar o nosso herói.
1.1- Débora, Débora, Débora...

Ele que manda em tudo, mandou Débora para casa
cuidar de filhos e aguardar a anistia - QUE UM DIA VIRÁ - mas com restrições padrão AMoraes.
Tornozeleira, proibição de entrevistas, visitas a não ser de parentes próximos,
nada de redes sociais. Não foi pedido o inexistente passaporte e não sei o que Débora
fará para ganhar a vida. Talvez comerciais para nova marca: “Batom Débora a
arma contra a ditadura”; “Batom Débora lindo até nas estátuas”, “Batom Débora
nas ‘raves’: resiste até a jato de água”; “Batom Débora para declarar seu amor nos
muros da cidade”; “Não saque seu Batom Débora em caso de assalto”. Ora Débora
precisa ganhar a vida e PRIBIDA DE falar com a imprensa, a imprensa falará da
Débora. Débora é símbolo nacional e o batom da Débora a arma letal do povo, of
course.
1.1- Sem anistia! O fiasco retumbante

Na zona sul do Rio haveriam três atos contra a
anistia para os manifestantes do 8/1, mas FLOPOU! menos de 50 pessoas disse o UOL,
liderados por Advogados Públicos pela Democracia e Associação de Juristas pela
Democracia. Além do não à anistia, a prisão do Biroliro. Outros atos em sete capitais
- Fortaleza, São Luís, Belo Horizonte, Belém, Recife, Curitiba, São Paulo -
tiveram igual destino, além de mais um em Volta Redonda, no Rio. O fiasco foi
promovido pelas duas entidades e a Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular
ligadas ao PSOL e PT. O maior público foi em São Paulo segundo a “Isto É” que
viu 6.600 pessoas na Paulista com Boulos, mas há controvérsia. Para a USP foram
18.300 pessoas e aceito a contagem habitual da USP, lembrando que 18 mil é 10%
da Banda do Vai Quem Quer. Há no país um mundo contra anistia, mas onde moram e
como desenrolar a logística? Cachê, aluguel do buzão, boné, camiseta, bandeira,
pão, mortadela, refri e a pior parte: a hora certa de pegar e levar todos,
todas e todes...
1.1- 100 dias de Leo Moraes

É praxe durante os 100 dias iniciais de um novo
mandatário político um refresco da imprensa pois, mesmo tendo sido feita uma
boa transição, a casa é nova, os móveis precisam estar em outra posição e a
“pegada administrativa” é diferente da que tinha o antecessor. É a partir dos
100 dias de governo que vai acontecer no dia 10 de abril, que a lua de mel finda.
É praxe também que para comemorar os resultados do período de boa convivência o
mandatário apresente o balanço da sua gestão mostrando pontos que a seu juízo
foram os mais importantes ou que são a prestação de contas do prometido em sua
campanha. Não há dúvida que o varejo do prefeito Léo Moraes tem substância e
aprovação do povo. Agora é trabalhar no atacado: saúde, obras estruturantes e
em especial água e esgoto.
1.1- Débora algo difícil de explicar

A Assembleia Legislativa de Rondônia ficou lotada
hoje para celebração dos 61 anos de vida da empresa EUCATUR. Os destemidos pioneiros
empreendedores Nair e Assis Gurgacz formam um símbolo da recente história de
Rondônia e da força da nossa gente que assim como eles enfrentou enormes
dificuldades para trazer os migrantes para dominar a floresta, vivendo e vencendo
desafios para estabelecer a pujança desse nosso estado. A história da Eucatur, de
Nair, Assis e toda família Gurgacz estão presentes e se entremeiam na saga de
formação de Rondônia. Em todos os ciclos históricos e econômicos lá estava o
ônibus da Eucatur cortando todas as estradas de barro, poeira e atoleiros,
trazendo gente para “fazer Rondônia”, com suas mudanças, sonhos e esperanças. O
deputado Luizinho Goebel foi o autor das várias homenagens à empresa e a
família, que assistimos hoje pela manhã. Oportunidade para viver, fazer e rever
a história nas figuras de pioneiros, políticos, amigos e dentre tantos cito o
ex-governador Piana, velho amigo de Nair, Assis, Ana e Acir. Um raro momento
para registro histórico.
1.6- Último pingo

Que coisa... Qual será a do Fux no caso Débora?
Verdade ou pedalada jurídica para iludir o país? Fux é um ponta firme ou uma
raposa farsante? Que coisa...
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