Terça-feira, 30 de setembro de 2025 - 15h45


Em 09122024 a Veja revelou que o escritório Lex do
Alei Moraes contratou um ex-diretor da PF, Rogério Galloro, um segurança no
8/1. Um mimo ao Galoro com um emprego pago pelo rico escritório tocado por
Viviane de Moraes, esposa “duómi”. Mas o mundo gira, escorrega e capota e em
menos de um ano o raio caiu na vida do plenipotenciário e a Magnitsky deixando
a família mais suja que “fralda de guri cagão”. Uma incerta no site Barcidemoraes.com.br
e pah!. Sumiu como se tivesse tomado Doril. É um “ex-critório”. De início fiquei
triste, mas fui lembrando de quem perdeu os perfis nas redes sociais, da Débora
do batom, do Clesão, da arrogância e descortesia “duómi”, da baleia, cartão de
vacina, do Filipe Martins e fiquei rindo como abestado como o próprio Xandão fazia
com seus perseguidos e pensei agora lascou-se. Aí vi Barroso chorando na TV, Padilha
babando, Barroso dizendo que sempre haverá Paris, a lista dos sem vistos e/ou
sancionados e Zé de Nana me disse: “É a “vorta da caboca Jurema botando na
roda”. Está lindo ver isso tudo!
1.1-
Choro, ranger de dentes, encosto brabo, vixi...

O que há no STF? Se um ministro abre a boca a voz
embarga, o pranto é incontido e haja gole de á’gua para engolir e dizer coisas desconexas.
Ministros normalmente são centrados, calejados, sentenciadores, dosadores de
penas, pesquisadores de direito, pensadores de filosofia, falantes, mas os
nossos estão estranhos e temo que se transformem em casos para psiquiatras, pajés,
pais de santo, curandeiros, como aliás foi ou ainda é o Barroso com o tal João
de Deus. O fuzuê de palavras proferidas indica miserê linguístico, uruca, encosto
ou obsessão. Gilmar Mendes andou falando fora de hora de “devido processo
legal, encômios, incólume, ampla defesa, contraditório, singular,” e “intentona
golpista com a voz tremida, tomando goles d’água e choroso. Fosse apenas ele e
eu diria ser a “vêeira”, mas o resto também vive no vale de lágrimas vertidas à
toa aqui e ali. E os ministros auxiliares, paus bem ou maus mandados está picando
a mula, sartando fora e “uzómi da capa preta” virando “bode de bichêra” fedendo
a creolina. Tá broca véio! É a treva!!!
1.1- Fachin sem festa de posse e
falando duro...
Contrariando uma tradição da casa, o ministro Edson
Fachin dispensou a festa de início de era à frente do Supimpa Tribunal Federal.
Melhor. Vai que ele quisesse levar amigos do MST, ou malinos que ajudou a tirar
da Lavajato ao abrir a cadeia e livrar a cara do chefe, ou ficar ouvindo
enfadonhos discursos dos colegas, mais falsos que “nota de trêrreau” e pior, virar
de repente o meme da extrema direita fascista e genocida, criticado por causa
do bigodin limpa trilho e ser submetido a comparações com a irmã do Bento
Carneiro, ou o cabeça de manequim, o boca de sovaco, ou as discretas
sobrancelhas do pássaro canor que cedeu seu assento (ui) ou pior, ser comparado
à nulidade do amigo do amigo do meu pai. Quem sabe Fachin, o criativo juiz que
descobriu o “erro de CEP” da Lavajato, encontre e devolva a credibilidade, a honradez
e o amor à constituição perdidas – diga-se de passagem – antes do 8 de janeiro
lá no sanatório geral. Que sua era seja supimpa!
1.1-
Estranha, mas coerente loucura

Enquanto o país distribui uma “baba preta” de
propaganda oficial sobre Lula, Janja, soberania, COP30, e esta duvidosa
campanha que diz “o Brasil é dos Brasileiros”, um grupo de parlamentares se
dedica a desvendar o que existiu e ainda existe com o roubo do INSS, apesar do
STF, PGR e órgãos que deveriam ser de estado. Um outro grupo de parlamentares se
dedica a descobrir o que existiu e ainda existe no STF – Tagliaferro é só a
ponta do iceberg – apesar de serem todos solenemente ignorados pela imprensa
domesticada e regiamente paga para fazer de conta que nada viu, nada sabe e
nada importa. Entende-se que primeiro vale a sobrevivência e já vimos isso
antes. É a práxis. Para acompanhar só estes dois pontos e existem outros focos
de “fumaça de ninja” para esconder rolos, urge focar nas redes sociais e com
cuidado, pois a velha mídia opera com a contrainformação. Vou me repetir: O
Brasil é como um bêbado tropeçando na rua. Não se sabe se está indo para casa
ou voltando ao bar. E iremos por muito tempo depender desse bêbado...
1.1-
Quem fala o que quer ouve o que precisa ouvir

O Laranjão falou
da química existente entre ele e nosso Grande Líder, disse que vai conversar e
o frisson vermelho explodiu nas hostes lulistas. Faz todo sentido. O boné do
Trump e a sua gravata são vermelhos, a cara vermelha, o cabelo parece vermelho
e Janja estava de vermelho palestina na formatua da turma de química lá na ONU.
O Laranjão foi cruel com nosso Grande Líder ao explicar que quer falar com ele,
mas sem marcar o dia, hora, local, se será virtual ou não, com ou sem Janja, se
a comitiva terá o grilo falante Celso Amorim e se haverá o esculacho de praxe.
O Brasil sofre com o tarifaço, mas nosso Grande Líder diz que os gringos também
sofrem, tadinhos... Não sei qual a pauta de Lula, mas a do Laranjão é bem
conhecida apesar de uma não ser citada. É o PCC, grupo terrorista, disse Trump,
ao contrário do Lula, que diz que uma coisa é uma coisa e outra coisa você
sabe. O PCC é além do Haddad uma trava para a conversa. Ontem Lula empolgado
disse que vai levar Janja para falar com Trump. É isso aí, cada um com seu
boné. Éraste!
1.6-Fim
de papo

Que coisa... Disse Fachin sendo empossado no
Sanatório Judicial: “O país precisa de previsibilidade nas relações jurídicas e
de confiança entre os Poderes”. Parece apenas uma frase. A questão é que olhando
o passado do Fachin não vejo nosso futuro pois ele não é e nunca será o nosso presente.
É só mais um. Que coisa...
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