Quarta-feira, 19 de setembro de 2007 - 10h07
Kelly Oliveira
Agência Brasil
Brasília - O pagamento de serviços ambientais às comunidades que vivem na Amazônia por preservarem a região é uma das propostas em debate hoje (19), segundo dia da Conferência dos Povos das Florestas.
O representante do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), Adilson Vieira, afirmou que é preciso universalizar o pagamento de serviços ambientais aos povos da floresta. Ele citou como exemplo o Programa Bolsa-Floresta, pelo governo estadual. "O pagamento por serviços ambientais deve ser uma política para todos os estados".
O coordenador de Mudanças Climáticas do Instituto de Pesquisa Ambiental, Paulo Boutinho, também disse que essas comunidades precisam ser recompensadas por proteger a floresta.
"A gente tem que quebrar a relação perversa entre floresta e infra-estrutura, floresta e aumento de demanda de por commodities e criar um sistema em que a floresta mantida em pé possa trazer tanta renda quanto outros usos da terra."
Para o governado do Amazonas, Eduardo Braga, o que motiva a destruição da floresta com desmatamento e queimadas é a pobreza da população. "Não basta criar unidades de conservação. É preciso dar sustentabilidade, viabilidade econômica, social e tecnológica [às comunidades]. A floresta deixa de ser um empecilho para o desenvolvimento para ser uma alavanca de sustentabilidade do desenvolvimento".
Braga sugeriu que o total de 1 milhão de hectares degradados até 1990 poderiam ser usados para a produção de biocombustível. "O que não é admissível é a plantação em novas áreas". Ele defendeu também o investimento em pesquisa tecnológica, como forma de vencer o desafio do desenvolvimento sócio-econômico-ambiental.
Domingo, 18 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A Prefeitura de Porto Velho informa o registro de avistamento de uma onça-parda (Puma concolor), também conhecida como suçuarana, nas proximidades do

Estudante da UFSCar descobre nova espécie de ave na Amazônia
Um canto incomum ouvido na Serra do Divisor, no estado do Acre, na fronteira com o Peru, levou o biólogo e ilustrador Fernando Igor de Godoy, doutor

A Ecoporé, instituição com 37 anos de história em Rondônia, e o Bloco Pirarucu do Madeira uniram forças em uma ação que redefine a relação entre as

Pesquisadores de Porto Velho-RO apresentam solução inovadora para reaproveitar água de ar-condicionado em prédios públicos, promovendo sustentabilid
Domingo, 18 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)